Fabricante chinesa, que chegou ao Brasil nesta semana, tem o objetivo de fechar o ano com pelo menos 80 milhões de aparelhos comercializados.
A Xiaomi anunciou nesta semana que vendeu 34,7 milhões de smartphones na primeira metade de 2015.
Apesar de ser um número que chama a atenção, pode dificultar que a fabricante chinesa alcance seu objetivo de vender entre 80 e 100 milhões de smartphones neste ano.
O CEO da empresa, Lei Jun, destacou as vendas, em meio a um mercado chinês um pouco mais retraído. Segundo ele, esse número de 34,7 milhões é 33% superior ao registrado no mesmo período de 2014.
Para efeito de comparação, a Xiaomi vendeu um total de 61 milhões de smartphones no ano passado, número 227% superior ao registrado no ano anterior.
Brasil
Vale notar que a Xiaomi chegou nesta semana ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia – a empresa só vende acessórios nos EUA e Europa.
O brasileiro Hugo Barra, VP Internacional da fabricante, confirmou que o aparelho Redmi2, primeiro smartphone da empresa vendido por aqui, será montado no país, mais especificamente na unidade da Foxconn no interior de SP.
Fornecido por IDG NOW
A Xiaomi anunciou nesta semana que vendeu 34,7 milhões de smartphones na primeira metade de 2015.
Apesar de ser um número que chama a atenção, pode dificultar que a fabricante chinesa alcance seu objetivo de vender entre 80 e 100 milhões de smartphones neste ano.
O CEO da empresa, Lei Jun, destacou as vendas, em meio a um mercado chinês um pouco mais retraído. Segundo ele, esse número de 34,7 milhões é 33% superior ao registrado no mesmo período de 2014.
Para efeito de comparação, a Xiaomi vendeu um total de 61 milhões de smartphones no ano passado, número 227% superior ao registrado no ano anterior.
Brasil
Vale notar que a Xiaomi chegou nesta semana ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia – a empresa só vende acessórios nos EUA e Europa.
O brasileiro Hugo Barra, VP Internacional da fabricante, confirmou que o aparelho Redmi2, primeiro smartphone da empresa vendido por aqui, será montado no país, mais especificamente na unidade da Foxconn no interior de SP.
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