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Especial: as melhores distribuições de Linux para novos usuários

16/7/2015

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Linux possui centenas de distribuições, mas as melhores para iniciantes são aquelas mais simples e com recursos que "lembram" o Windows.

Entrar no mundo do Linux pela primeira vez começa com a escolha de uma distribuição da plataforma. Um sistema típico “Linux” é construído com software de diferentes projetos open-source, incluindo o kernel do Linux. As distribuições são os projetos que “empacotam” todos esses software em um sistema fácil de instalar e usar.

Testar uma distribuição Linux é algo extremamente simples. Você só precisa de um drive USB e reiniciar o seu computador. Não é preciso instalar nada ou adulterar o seu sistema atual (se tiver um computador com Windows 8, talvez tenha de desabilitar a opção Secure Boot antes de conseguir inicializar um sistema Linux).

Ubuntu é um ótimo lugar para começar

O Ubuntu é provavelmente a distribuição do Linux mais amplamente recomendada para novos usuários. E por uma boa razão. Essa distribuição fornece um instalador fácil e simples e um desktop razoavelmente amigável ao usuário no Unity. O Unity se diferencia um pouco de um desktop tradicional do Windows, mas não deve ser muito difícil para achar seu caminho por lá.

Essa distribuição do Linux não é tão ideológica sobre software livre quanto outras. Com apenas um único clique durante o processo de instalação, você pode fazer o Ubuntu instalar automaticamente o plugin do Flash e vários codecs. Após a instalação, há uma ferramenta única de Drivers Adicionais que te diz exatamente quais drivers de hardware de código fechado são necessários para fazer seu hardware funcionar corretamente e te permite instalá-los com um ou dois cliques. Esses software adicionais podem ser meio chatos de conseguir em outras distribuições Linux, e sua instalação nem sempre é oficialmente suportada.

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Fique com a versão LTS (long term service) e terá um sistema Ubuntu que é suportado atualizações de segurança por cinco anos. Esses lançamentos LTS também recebem upgrades de suporte para hardware e algumas outras atualizações significativas de software, te permitindo instalar o Linux uma vez e usar o sistema por anos. Não é preciso fazer o upgrade para uma versão nova todo ano para ficar atualizado, como poderia acontecer com uma distribuição de Linux mais ágil nesse sentido como o Fedora.

A popularidade do Ubuntu significa que há uma grande quantidade de software disponível para o sistema em seus repositórios de aplicativos e até mesmo em PPAs, se acabar precisando de algo mais específico. Também há uma grande quantidade de documentação disponível online. Por isso, caso encontre algum problema, provavelmente poderá fazer uma busca na web e encontrar outra pessoa que já teve e resolveu um problema igual ou parecido.

O Linux Mint também é bastante popular

Não há como negar a popularidade do Linux Mint. Ele é baseado no Ubuntu, então você recebe o mesmo sistema base do Ubuntu, mas o Mint também é o seu próprio projeto. O Ubuntu parece mais popular no geral, mas o Linux Mint geralmente parece ser mais popular entre os usuários online de Linux desktop.

O Linux Mint é focado no desktop tradicional. Os seus dois desktops, Cinnamon e MATE, são interfaces mais tradicionais que serão um pouco mais familiares para os usuários deixando o Windows em direção ao mundo Ubuntu. O Linux Mint também é implacavelmente focado em melhorar o desktop de hoje, enquanto o que o projeto Ubuntu está trabalhando em um sistema para smartphones, criando novos formatos de pacotes de software, e reescrevendo inteiramente o desktop Unity para a convergência entre celulares e PCs.

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Dê uma chance ao Mint se acha o Linux interessante, mas não é fã do desktop Unity, do Ubuntu. Felizmente, é fácil testar o Ubuntu e o Linux Mint sem desinstalar nada no seu computador.

Lubuntu pode dar vida nova para PCs antigos

Se você possui um computador significativamente mais antigo com menos RAM e uma CPU mais lenta, pode querer pular o desktop principal do Ubuntu e usar algo mais leve. O Lubuntu é o sistema base do Ubuntu com o desktop Lxde, que é muito mais leve. O Lubuntu herda todos os recursos do Ubuntu – apenas possui um ambiente de desktop diferente.

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O projeto Lubuntu diz que o Lubuntu deve rodar relativamente bem com 512MB de RAM, apesar de que você vai querer 1GB para sites mais modernos e exigentes. O Ubuntu com o desktop Unity provavelmente enfrentaria dificuldades com uma quantidade de memória tão baixa.

Mas o Lubuntu não é a única versão do Ubuntu com um desktop diferente que você pode testar. O Ubuntu oferece uma grande variedade de outros “sabores”.

Mas e o Fedora, Debian, Arch e outras?

Existem muitas outras distribuições de Linux por aí – centenas, na verdade. Aqui vão algumas sobre as quais você já deve ter ouvido falar. São todas ótimas distribuições, mas não são o melhor lugar para a maioria dos usuários iniciantes por uma ou outra razão.

O Fedora é popular, e é um ótimo projeto. Ao contrários de muitas outras distribuições do Linux, o Fedora funciona com vários projetos “upstream” e não os customiza excessivamente. O Fedora é uma plataforma para todas as tecnologias mais recentes na “terra do Linux” e ajuda a impulsionar todo o ecossistema.

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No entanto, software comuns como codecs e drivers para hardware de código fechado não são suportados no Fedora, que possui foco em software livre. É preciso recorrer a terceiros para conseguir esses apps não aprovados, o que pode ser algo bem complicado para um novo usuário. O Fedora também tem um ritmo mais frenético, com cada lançamento da plataforma sendo suportado por apenas 13 meses. É preciso fazer upgrade para novas versões dessa distribuição com muito mais frequência para continuar recebendo atualizações de segurança.

O Debian é sólido e estável – na verdade, forma a base para uma boa parte do software que acaba no Ubuntu. Já foi dito que o maior feito do Ubuntu era pegar o Debian e construir sobre ele para criar um sistema mais amigável ao usuário. O Debian não fornece uma ferramenta fácil para instalar drivers de código fechado para hardware que você possa querer ou precisar. O Debian é um excelente projeto, mas o Ubuntu tem um ritmo mais rápido e é mais focado em fornecer uma experiência refinada de desktop.

O Arch Linux também é popular entre os usuários com mais experiência, mas exige muito mais “mão na massa”. E é exatamente isso que um determinado tipo de usuário busca. Mas provavelmente não é onde você vai querer começar com o Linux, a não ser que esteja disposto a mergulhar bem fundo.

Não há como fazer todo mundo feliz. Alguns leitores vão ficar chateados que as suas distribuições favoritas não foram recomendadas aqui. Cada distribuição possui os seus fãs e usuários dedicados. E essa liberdade de escolha é que faz a beleza do Linux!

Fornecido por PC World / EUA
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Conheça o novo Galaxy A8, smartphone mais fino da Samsung

16/7/2015

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Celular da fabricante sul-coreana se destaca com design fino com apenas 5,9 mm de espessura. Aparelho só está à venda na China por enquanto.

A Samsung anunciou recentemente o seu smartphone mais fino. Chamado de Galaxy A8, o aparelho tem apenas 5,9 mm de espessura.

Disponível apenas no mercado da China por enquanto, o aparelho é feito todo de metal e pesa apenas 150 gramas.

Além do design fino, o Galaxy A8 chama a atenção por trazer uma tela de 5,7 polegadas (1080p), processador octa-core Snapdragon 615, câmera traseira de 16MP (f/2.2) e uma câmera frontal de 5MP (f/1.9).

Esse design fino e leve costumava ser uma marca principalmente dos aparelhos da Apple. Por isso, se a Samsung continuar a nos impressionar, pode ganhar uma importante vantagem no mundo Android – a empresa se saiu bem recentemente com os aparelhos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, que chamam a atenção pelo belo design.

Fornecido por PC World / EUA
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Microsoft não vai acabar com o Windows Phone, diz CEO

16/7/2015

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Satya Nadella explica sobre como a visão da fabricante irá impactar desenvolvedores e usuários, especialmente no setor mobile.

O Windows Phone não está indo embora. Você até pode pensar que o sistema operacional móvel estava condenado a um final nostálgico devido a reorganização que a Microsoft vai promover em sua divisão de telefones, anunciada há alguns dias. Mas Satya Nadella, CEO da fabricante, tratou de afastar tais temores em uma entrevista ao portal ZDNet.

O executivo enfatizou várias vezes que a provedora tem como objetivo estabelecer novas categorias de produtos para sua divisão de mobilidade. A ideia é que ela seja um ambiente onde terceiros possam contribuir. 

E Nadella parece estar tranquilo em relação ao assunto. "Se houver uma série de OEMs [sigla para Original Equipment Manufacturer], nós teremos uma estratégia. Se não houver, nós também teremos uma", afirmou, a respeito do futuro do Windows Phone.

A empresa parece estar satisfeita em seguir um caminho sozinha, da mesma forma, anima-se com a possibilidade de que um parceiro de hardware - como a HTC ou Samsung - se comprometa com a plataforma.

Por que isso importa

Permanecer com o Windows Phone revela como a Microsoft está comprometida em apoiar novas categorias de dispositivos. Isso é algo que o CEO começou a falar na época do lançamento do Surface Pro, quando ele basicamente afirmou que a companhia serviria de exemplo para a indústria de hardware.

Como Nadella contou ao ZDNet, a estratégia tem transitado para o desenvolvimento de aplicativos como o Sway ou Gigjam, onde a Microsoft está quebrando a tradicional hierarquia para criar sistemas interdisciplinares. O executivo também explicou sobre como a visão da empresa irá impactar desenvolvedores e usuários, especialmente no setor mobile.

Telefones são apenas uma parte do Windows 10

O CEO já havia categorizado o Windows 10 como um sistema operacional que atravessaria várias plataformas: desktop, notebook, tablet, Surface Hub, HoloLens e Xbox. A questão é que, até então, o mercado ainda não comprou totalmente tal ideia (pelo menos no que diz respeito à versão do sistema operacional para smartphones).

Na entrevista, o executivo deixa claro que vê o Windows 10 Mobile como parte de bilhões de dispositivos Windows 10, e não como um sistema operacional independente, como acontece com o Windows Phone 8.1. Essa talvez seja a chave para atrair desenvolvedores. 

"Você fala com empresas como o Airbnb. Para eles, talvez possa ser mais atraente construir algo para desktop com Windows ou Xbox dado nosso 3% de participação no mercado de telefones. Porém, quando nós os conquistarmos, também teremos um aplicativo móvel", disse.

O foco principal desses aplicativos móveis, será o mercado corporativo. Na ocasião da reestruturação, Nadella afirmou que a empresa focará três frentes - aparelhos de entrada, Windows Phone e dispositivos voltados para empresas, o que incluirá também o HoloLens.

A Microsoft comprou o desenvolvedor de games Mojang para que pudesse usar o Minecraft como veículo de realidade mista, no entanto, você deveria pensar no HoloLebns como uma ferramenta primeiramente voltada ao mercado corporativo, revelou Nadella.

"Jogos serão sempre um cenário e sempre haverá entretenimento. Mas, com [a primeira versão] o HoloLens, eu quero incentivar muito mais o seu uso empresarial", direcionou. Honestamente, é no corporativo o local onde os fãs mais dedicados da Microsoft demonstram preocupação quando ao futuro do Windows Phone.

Wall Street, um termômetro preciso de como anda uma companhia, viu os anúncios que a fabricante fez nas últimas semanas sem grandes alterações nos preços das ações da Microsoft, subindo um pouco menos de um dólar a partir do dia da reestruturação revela em 8 de julho.

Fornecido por IDG News Service / EUA
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Microsoft começa divulgação do Windows 10 na próxima semana

13/7/2015

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De olho na meta de 1 bilhão de usuários até 2018, campanha ficará no ar por um ano. Empresa promove eventos para fãs em 13 cidades.

A Microsoft lança na próxima semana a campanha publicitária global do Windows 10. Batizada de “Upgrade Your World”, ela ficará no ar por um ano, prazo idêntico ao da atualização gratuita para usuários do Windows 7 e 8.1.

“Promoveremos celebrações globais com fãs, nos uniremos a milhares de varejistas para ajudar os clientes a migrarem para o Windows 10 e daremos as boas vindas à nova geração de fãs do sistema operacional por meio de uma campanha global e conteúdo online”, afirmou Yusuf Mehdi, executivo do Windows and Devices Group, no blog da companhia antes da abertura da Worldwide Partner Conference (WPC) em Orlando.

De acordo com Mehdi, as campanhas na televisão e online serão lançadas em 20 de julho nos EUA, chegando aos demais países pouco mais de uma semana depois, em 29/7.

Para celebrar o novo sistema operacional e o papel dos fãs em seu desenvolvimento, a data também receberá eventos em 13 cidades focados em Windows Insiders, usuários que testaram as versões iniciais desde outubro.

Mehdi apontou a participação de 5 milhões de pessoas na iniciativa, número não corroborado pelos dados de user share da Net Applications, segundo os quais PCs rodando Windows 10 em junho representavam menos de 2 décimos percentuais, equivalente a 2,6 milhões de usuários.  

A Microsoft trabalha para atingir a meta de ter o Windows 10 rodando mundialmente em 1 bilhão de dispositivos nos próximos 3 anos. Para que isso aconteça, ela terá que convencer um enorme número de usuários do Windows 7 e 8.1 a migrarem para a nova versão, daí a importância da campanha publicitária.

 A abordagem focada nos fãs – celebrações em lojas, a ênfase nos Insiders – é remanescente do esforço feito pela Microsoft no começo de 2014 para convencer os usuários (sobretudo os mais avançados e ativos) a ajudarem a converter os demais a migrarem do XP para o 8.1. O projeto foi mal recebido por algumas pessoas, que acusaram a empresa de querer terceirizar seu trabalho. 


Fornecido por PC World / EUA
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PCs com Windows 10 só chegam às lojas após lançamento do sistema

13/7/2015

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Programado para ser lançado em 29 de julho, novo software da empresa só virá pré-instalado em máquinas após seu lançamento oficial.

Se você está planejando comprar um PC com Windows 10 no dia 29 de julho, data de lançamento do novo sistema, então está sem sorte. A Microsoft anunciou hoje, 13/7, que os computadores com Windows 10 não chegarão às lojas neste dia, algo totalmente sem precedentes para um lançamento Windows.

O VP de Windows da Microsoft, Yusuf Mehdi, confirmou o atraso para a Bloomberg. “Você verá os computadores com o Windows 10 instalado logo depois do dia 29 de julho e então no quarto trimestre uma linha completamente nova de máquinas chegará a tempo das festas de final de ano”, afirmou.

Mas por que os PCs com Windows 10 não estarão disponíveis em 29 de julho? Porque a Microsoft ainda não definiu uma versão do software que considere ser uma candidata ao lançamento (RTM), ou boa o bastante para enviar para os fabricantes de PCs. A Microsoft liberou recentemente diversas builds do novo Windows, todas com correções de bugs, mas a empresa aparentemente ainda não sente que o sistema está em um ponto bom o bastante para ser distribuído para as fabricantes.

Os fabricantes de computadores, por sua vez, precisarão de algum tempo para testar o software e adicionarem seus próprios aplicativos (que algumas pessoas chamam de bloatware), um período que costuma ser medido em várias semanas, se não meses. E com apenas 16 dias restante para 29 de julho, parece que os fabricantes agora estão dizendo que não terão tempo suficiente para fazer suas mudanças e colocar os PCs com Windows 10 nas lojas nesta data.

Enquanto isso, a Microsoft fez do dia 29 de julho a data quando as redes de varejo vão começar a vender o Windows 10 nas lojas. No que parece ser algo um pouco desorientado, a companhia planejou uma série de festas “Update Your World” ao redor do mundo e encorajou seus próprios funcionários a ajudar a comunidade com o processo de update.

Assim, em vez de comprar um PC com Windows 10 na loja, os usuários precisarão comprar uma máquina com Windows 8.1 e então fazer o upgrade na própria loja ou levar pra casa e fazer isso depois.

Até o fechamento da reportagem, a Microsoft não tinha respondido aos nossos pedidos de comentários sobre o assunto.

Fornecido por PC World / EUA
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