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Conheça o novo Galaxy A8, smartphone mais fino da Samsung

16/7/2015

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Celular da fabricante sul-coreana se destaca com design fino com apenas 5,9 mm de espessura. Aparelho só está à venda na China por enquanto.

A Samsung anunciou recentemente o seu smartphone mais fino. Chamado de Galaxy A8, o aparelho tem apenas 5,9 mm de espessura.

Disponível apenas no mercado da China por enquanto, o aparelho é feito todo de metal e pesa apenas 150 gramas.

Além do design fino, o Galaxy A8 chama a atenção por trazer uma tela de 5,7 polegadas (1080p), processador octa-core Snapdragon 615, câmera traseira de 16MP (f/2.2) e uma câmera frontal de 5MP (f/1.9).

Esse design fino e leve costumava ser uma marca principalmente dos aparelhos da Apple. Por isso, se a Samsung continuar a nos impressionar, pode ganhar uma importante vantagem no mundo Android – a empresa se saiu bem recentemente com os aparelhos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, que chamam a atenção pelo belo design.

Fornecido por PC World / EUA
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Microsoft não vai acabar com o Windows Phone, diz CEO

16/7/2015

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Satya Nadella explica sobre como a visão da fabricante irá impactar desenvolvedores e usuários, especialmente no setor mobile.

O Windows Phone não está indo embora. Você até pode pensar que o sistema operacional móvel estava condenado a um final nostálgico devido a reorganização que a Microsoft vai promover em sua divisão de telefones, anunciada há alguns dias. Mas Satya Nadella, CEO da fabricante, tratou de afastar tais temores em uma entrevista ao portal ZDNet.

O executivo enfatizou várias vezes que a provedora tem como objetivo estabelecer novas categorias de produtos para sua divisão de mobilidade. A ideia é que ela seja um ambiente onde terceiros possam contribuir. 

E Nadella parece estar tranquilo em relação ao assunto. "Se houver uma série de OEMs [sigla para Original Equipment Manufacturer], nós teremos uma estratégia. Se não houver, nós também teremos uma", afirmou, a respeito do futuro do Windows Phone.

A empresa parece estar satisfeita em seguir um caminho sozinha, da mesma forma, anima-se com a possibilidade de que um parceiro de hardware - como a HTC ou Samsung - se comprometa com a plataforma.

Por que isso importa

Permanecer com o Windows Phone revela como a Microsoft está comprometida em apoiar novas categorias de dispositivos. Isso é algo que o CEO começou a falar na época do lançamento do Surface Pro, quando ele basicamente afirmou que a companhia serviria de exemplo para a indústria de hardware.

Como Nadella contou ao ZDNet, a estratégia tem transitado para o desenvolvimento de aplicativos como o Sway ou Gigjam, onde a Microsoft está quebrando a tradicional hierarquia para criar sistemas interdisciplinares. O executivo também explicou sobre como a visão da empresa irá impactar desenvolvedores e usuários, especialmente no setor mobile.

Telefones são apenas uma parte do Windows 10

O CEO já havia categorizado o Windows 10 como um sistema operacional que atravessaria várias plataformas: desktop, notebook, tablet, Surface Hub, HoloLens e Xbox. A questão é que, até então, o mercado ainda não comprou totalmente tal ideia (pelo menos no que diz respeito à versão do sistema operacional para smartphones).

Na entrevista, o executivo deixa claro que vê o Windows 10 Mobile como parte de bilhões de dispositivos Windows 10, e não como um sistema operacional independente, como acontece com o Windows Phone 8.1. Essa talvez seja a chave para atrair desenvolvedores. 

"Você fala com empresas como o Airbnb. Para eles, talvez possa ser mais atraente construir algo para desktop com Windows ou Xbox dado nosso 3% de participação no mercado de telefones. Porém, quando nós os conquistarmos, também teremos um aplicativo móvel", disse.

O foco principal desses aplicativos móveis, será o mercado corporativo. Na ocasião da reestruturação, Nadella afirmou que a empresa focará três frentes - aparelhos de entrada, Windows Phone e dispositivos voltados para empresas, o que incluirá também o HoloLens.

A Microsoft comprou o desenvolvedor de games Mojang para que pudesse usar o Minecraft como veículo de realidade mista, no entanto, você deveria pensar no HoloLebns como uma ferramenta primeiramente voltada ao mercado corporativo, revelou Nadella.

"Jogos serão sempre um cenário e sempre haverá entretenimento. Mas, com [a primeira versão] o HoloLens, eu quero incentivar muito mais o seu uso empresarial", direcionou. Honestamente, é no corporativo o local onde os fãs mais dedicados da Microsoft demonstram preocupação quando ao futuro do Windows Phone.

Wall Street, um termômetro preciso de como anda uma companhia, viu os anúncios que a fabricante fez nas últimas semanas sem grandes alterações nos preços das ações da Microsoft, subindo um pouco menos de um dólar a partir do dia da reestruturação revela em 8 de julho.

Fornecido por IDG News Service / EUA
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Após problemas, Xiaomi adota pagamento via boleto bancário no Brasil

13/7/2015

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Empresa atendeu aos pedidos dos seus consumidores, que enfrentaram problemas no primeiro evento de vendas na última semana. 2º evento acontece terça, 14/7.

Após diversos problemas técnicos no seu primeiro evento de vendas no Brasil, a Xiaomi anunciou no final de semana que vai aceitar pagamentos via boleto bancário em seu próximo evento de vendas no país, programado para essa terça-feira, 14/7 - o pagamento por cartão de crédito continua valendo.

Por meio de um anúncio na sua página oficial no Facebook, a fabricante chinesa afirmou que aceitará pagamentos por boleto bancário tanto para o smartphone Redmi 2 quanto para acessórios como fones de ouvido – que não estão inclusos no celular da Xiaomi.

Vale lembrar que é preciso fazer um registro até a meia-noite de hoje, 13/7, para poder participar do evento de vendas da Xiaomi no Brasil nesta terça-feira, 14/7.

A empresa ainda não tem previsão de quando vai iniciar a venda aberta de seus produtos no país.

Fornecido por IDG Now
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Sucesso da Xiaomi no Brasil superou expectativas, diz Hugo Barra

10/7/2015

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Em entrevista ao IDG Now!, brasileiro garante que problemas enfrentados no 1º evento de vendas do Redmi2 foram resolvidos e não voltarão

Após cerca de cinco anos no Google, o brasileiro Hugo Barra trocou a gigante de buscas pela então ainda desconhecida Xiaomi em 2013, o que causou muito falatório no mercado de TI. Dois anos depois, a fabricante chinesa é uma das gigantes da Ásia no mercado mundial de smartphones, com mais de 60 milhões de aparelhos vendidos em 2014, e acaba de chegar ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia.

Com apenas cinco anos de história, a Xiaomi aposta principalmente nos aparelhos com preços mais em conta – o primeiro smartphone da empresa no Brasil, o Redmi2, se destaca pelo preço de 500 reais. Segundo o executivo, isso só é possível pelo modelo de negócios da empresa, que concentra sua venda apenas em sua loja online e quase nunca usa mídia paga para publicidade, preferindo apostar em um tom mais próximo e informal com os consumidores pelas redes sociais – vale notar que a Xiaomi vai montar o Redmi2 aqui mesmo no Brasil, nas unidades da Foxconn no interior de SP.

Os clientes, aliás, são outro diferencial da Xiaomi, já que são chamados de “fãs” e seguem a empresa de forma entusiasmada, lembrando o culto a uma certa empresa americana que criou o iPhone – não por acaso, a Xiaomi já foi muitas vezes chamada de “Apple chinesa”.

Na entrevista abaixo, exclusiva para o IDG Now!, Barra, que é VP para mercados internacionais na Xiaomi, fala sobre a chegada da empresa ao Brasil, suas estratégias de negócios, como é ser tratado como verdadeiro popstar pelos fãs e quais os próximos passos da fabricante no mercado internacional.

IDG Now!: Como aconteceu a escolha pelo Brasil como o primeiro território da Xiaomi fora da Ásia? 

Hugo Barra: Em primeiro lugar, é bom lembrar que o Brasil é o quarto mercado de smartphones do mundo, atrás apenas de EUA, China e Índia. Por isso, claro que é um mercado muito grande e importante para nós. E segundo lugar que é um mercado com uma presença muito forte na Internet, tanto em redes sociais quanto em comércio eletrônico, que são dois pontos importantes do nosso modelo de negócios. E claro que, em terceiro lugar, eu faço parte da equipe global da Xiaomi e por ser brasileiro isso ajuda talvez a entrar um pouco mais rápido no país.

A Xiaomi realizou um primeiro evento de vendas do Redmi2 na terça-feira, 7/7, e muita gente acabou não conseguindo comprar o smartphone por problemas no site. Esses problemas devem estar solucionados para o outro evento de vendas no dia 14/7? E todos esses aparelhos desses primeiros eventos são importados, certo?

Realmente tinha muita gente no site no evento de terça, dia 7, mas os problemas já estão solucionados e não os veremos mais no dia 14. O primeiro lote de aparelhos vendido é importado sim, como você disse. É um lote pequeno, mas os aparelhos são idênticos aos que estão sendo montados aqui no Brasil. 

E quando teremos a venda aberta ao público brasileiro do Redmi2?

Ainda não sabemos porque o modelo que a gente usa é basicamente o seguinte: enquanto a demanda for muito grande que o nosso estoque não suporta, nós fazemos esses eventos de vendas. Só abrimos a venda geral quando tivermos um estoque suficiente para atender a todo mundo.

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Xiaomi apostou no aparelho de baixo custo Redmi2 (foto) em chegada ao Brasil
Além dessas questões na venda pelo site no dia 7/7, vocês tiveram alguns problemas no evento de lançamento no Brasil, no dia 30/6, que resultaram em um evento extra no mesmo dia. Em bom português, a Xiaomi “bombou” mais no Brasil do que vocês esperavam? Superou as expectativas da empresa?

Eu diria que sim. A gente tinha grandes expectativas para a nossa entrada no Brasil, mas o sucesso inicial que a gente teve com o lançamento e a primeira venda foi além das nossas expectativas. E isso aconteceu por causa da paixão dos nossos fãs. Tivemos gente do Brasil inteiro no evento de lançamento em São Paulo.

Qual o principal diferencial da Xiaomi contra as rivais nesse mercado tão disputado?

Bom, a Xiaomi é uma empresa bem diferente em muitos pontos. Em primeiro lugar, a filosofia de alta qualidade e preço baixo é muito importante. O fato de a gente criar produtos de alta tecnologia e vendê-los por preços super justos tem a ver com o nosso modelo de negócios, que inclui venda online direta e uso muito forte das mídias sociais. Mas o que diferencia mesmo a companhia é a nossa relação com os clientes, que chamamos de fãs e não de consumidores. A gente não tem só essa conversa mais informal com os fãs nas mídias sociais, mas também dependemos deles para o nosso desenvolvimento de produtos. Nós temos cerca de 45 milhões de usuários nos nossos fóruns pelo mundo, que contribuem ativamente pra o desenvolvimento de produtos, enviando sugestões e testando produtos, entre outras coisas. É uma relação muito próxima com um número muito grande  de fãs que participam. Ninguém nessa indústria de tecnologia faz isso.

Pelo que ficou meio claro no evento de chegada da empresa no dia 30/6, os jovens parecem ser o foco principal da Xiaomi no Brasil. É isso mesmo? Caso sim, por que?

O foco imediato são os jovens, as pessoas mais ligadas em tecnologia, e que também se interessam por tecnologia, mas não tem acesso ou poder aquisitivo para essa tecnologia. Mas o nosso mercado, se você olhar os nossos outros mercados pelo mundo, é bem amplo em outros países. É muito comum alguém com um aparelho Mi acabar comprando um outro para alguém da família e acabar virando embaixador da marca. Isso é muito comum, as pessoas de outras faixas etárias acabam descobrindo os aparelhos Mi por esses embaixadores iniciais, então é um mercado super amplo. E não tem regra para quem se interessa por aparelhos de alta tecnologia com preços justos.

E vocês tem algum plano especifico para o mercado corporativo no Brasil? Isso é algo que interessa à empresa ou foge um pouco do usuário padrão da Xiaomi?

É um segmento que interessa sim, mas não é o nosso foco inicial. Nossos smartphones são todos prontos para o mercado corporativo. Eles são baseados em Android e tem suporte para todas as soluções corporativas que estão no mercado. Em tese, qualquer smartphone da empresa está pronto para o mercado corporativo, mas o nosso foco inicial mesmo é o consumidor final.

Outra coisa sobre o evento do dia 30/6 que me chamou a atenção. Você é tratado como um tipo de popstar entre os fãs, pelo menos os brasileiros, já que uma legião de fãs ficou para tirar selfies com você após o evento, além de interagirem a todo momento. Como é isso? E isso também acontece em outros países?

A gente tem fãs no mundo inteiro e nossos fãs são apaixonados no mundo inteiro. Em alguns países eles são mais entusiasmados e os brasileiros são alguns dos mais apaixonados e entusiasmados com certeza. Na Índia também acontece isso, eles também adoram participar. Mas não que eu me acostume com isso, já que eu me surpreendo sempre que acontece.

Em 2013, quando trocou o Google pela Xiaomi, você disse que em alguns anos o mundo falaria da Xiaomi como falam do Google e Apple. Acha que esse momento já chegou?

EU acho que não, ainda somos uma empresa muito pequena. Somos praticamente uma startup, com apenas 5 anos de história. Mas em dois anos conquistamos um espaço internacional muito grande, entramos em oito novos mercados, nos tornamos muito conhecidos nas comunidades e na imprensa, mas ainda somos uma empresa muito pequena. Ainda não somos um player tão grande quanto essas empresas que você citou (Google e Apple), mas é exatamente essa a nossa ambição, de ter um impacto no mundo.

E vender smartphones nos EUA é algo essencial para chegar a esse objetivo?

Os EUA é um mercado muito importante para a gente no futuro. Claro que almejamos chegar lá, vai ser na hora certa. O nosso foco é bem grande nos países em que entramos, um de cada vez. Os EUA são um mercado enorme, mas muito mais desenvolvido, onde o nosso modelos de negócios não tem um poder tão grande quanto nos países em desenvolvimento. Claro que nossos aparelhos high end são de primeiríssima linha e compatíveis com o gosto americano. É uma questão de tempo, muita gente pergunta isso. E a gente quer muito entrar, mas na hora certa. Mas ainda não está na hora, por questão de foco. Inicialmente lugares como México e Rússia, e o restante da América Latina, tem muito mais a ver com o nosso modelo de negócios.

Aparentemente, a Xiaomi quer ser mais do que uma empresa de smartphones, mas uma empresa de e-commerce. É isso mesmo? Vocês já são um dos três maiores nesse segmento na China.

Nós já estamos hoje entre os 10 maiores players de e-commerce do mundo, o que é algo enorme e já estamos entre os 10 maiores. Realmente a empresa é uma empresa de e-commerce. Somos pioneiros na Ásia, e nosso negócio gira muito em torno da nossa estratégia de comércio eletrônico. E nossa estratégia de mídias sociais também tem tudo a ver, já que você conhece seus clientes pela web. Isso juntamente com as vendas online acaba criando um ciclo muito mais bem fechadinho do que varejo ou outros canais que não sejam online. 

Algum plano de quanto tempo você vai passar no Brasil agora que a empresa chegou ao país?

Não tem um plano específico, a ideia é passar muito tempo no Brasil, vir sempre pra cá, principalmente no começo, nesse primeiro momento. Pretendo vir muito, mas não tem uma frequência específica, a ideia é voltar bastante. Quero dar muita atenção ao Brasil, que é um mercado muito estratégico para a gente. E eu gosto muito de ficar aqui.

Fornecido por Luiz Mazetto
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Especial: Cinco smartphones para ficar de olho nos próximos meses

7/7/2015

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Apple, Samsung e OnePlus devem anunciar aparelhos novos até o final do segundo semestre.

Caso tenha planos de comprar um novo smartphone, pode valer a pena esperar um pouco mais: Apple, Samsung e OnePlus têm lançamentos previstos para os próximos meses. Entre os modelos que você deve ver no segundo semestre estão:

OnePlus 2

Enquanto a maioria dos produtos listados está envolvida em rumores, a fabricante chinesa OnePlus já detalha seu modelo 2, a ser lançado dia 27 de julho, mas sem revelar sua aparência ou preço.

Até agora, a companhia abriu que o aparelho terá sensor para ler impressão digital e embarcará um chip Snapdragon 810, da Qualcomm. A empresa usa uma versão atualizada do processador, v2.1, que não é suscetível a problemas de superaquecimento registrados na primeira edição.

A OnePlus também anunciou que o 2 será o primeiro smartphone high-end com uma porta USB-C para solução integrada de energia e entrega de dados e vídeos usando um único cabo com conector reversível – tecnologia já presente em alguns laptops.

Fairphone 2

Assim como a OnePlus, a alemã Fairphone também já começou a divulgar seu segundo produto. A meta é criar um smartphone que não quebre com facilidade e seja de fácil reparação.

O hardware inclui o processador Snapdragon 801 da Qualcomm e uma tela Full HD de 12,7 centímetros. A câmera tem resolução de 8 megapixels e o dispositivo conta com 32GB de armazenamento, com a possibilidade de expansão com um cartão microSD. O aparelho LTE tem 2GB de RAM, espaço para dois SIM cards e será operado por Android 5.1.

O Fairphone 2 entrará em pré-venda no mercado norrte-americano antes do fim de agosto e será disponibilizado nos meses seguintes.

Samsung Galaxy Note 5

O lançamento de novos modelos do Galaxy Note no segundo semestre se transformou em uma pequena tradição. Este ano, é provável que ele aconteça em setembro durante a feira de exibição IFA, na Alemanha.

Em sua quinta versão, a Samsung precisará reforçar o Note se quiser competir com o iPhone 6 Plus da Apple, que também deve ganhar uma atualização em 2015.

As melhorias antecipadas incluem um novo design inspirado no Galaxy S6. Com sua estrutura de metal e plástico na parte de trás, o Note 4 foi um passo na direção certa, mas a traseira de vidro do S6 é mais sofisticada.

Outra atualização especulada é uma tela superior aos 14,5 cm do Galaxy Note 4, com resolução de 2K ou 4K.

LG G4 Pro

Lançar um smartphone high-end durante o segundo semestre seria uma novidade para a LG. A estratégia funcionou para a Samsung com a linha Galaxy Note e a LG pode emulá-la para reforçar as vendas, ao invés de se apoiar unicamente na redução dos preços.

Mudanças especuladas para o G4 Pro incluem uma tela de 14,7cm com resolução 1440 por 2560 pixels, câmera principal de 27 megapixels, 4GB de RAM e o Snapdragon 820.

A adoção da maioria dessas ferramentas não deve ser difícil para a LG. A grande questão é se processador da Qualcomm estará pronto para uso em smartphones até o final do ano. A LG foi a primeira a anunciar aparelhos processados pelas versões 808 e 810 e deve figurar entre as primeiras empresas a receberem o novo modelo.

Apple iPhone 6s and 6s Plus

Com suas telas maiores, o iPhone 6 e o 6 Plus foram um grande sucesso. Este ano, o desafio para a empresa é desenvolver atualizações que continuem incentivando esse êxito.

As câmeras são um aspecto em que melhorias são antecipadas, com as frontais de 1.2 megapixel agora competindo com os modelos mais potentes (5 megapixels) dos lançamentos da concorrência. Especula-se que a câmera principal dos dispositivos da Apple atinja resolução de 12 megapixels. 

Processador e conexão LTE mais rápidos também são esperados, assim como maior memória RAM.

Fornecido por Computerworld / EUA
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