A Raspberry Pi anunciou um presente e tanto para o seu quarto aniversário. A fabricante começou a vender o computador Raspberry Pi 3, que custa os mesmos 35 dólares do seu antecessor, mas traz diversas melhorias.
Ranking dos Top 500 supercomputadores conta com Sequoia da IBM e supercomputador da Arábia Saudita em sétima posição.
Um supercomputador desenvolvido pela Universidade de Defesa Nacional da China continua a ser o mais rápido do mundo, enquanto os Estados Unidos está próximo de uma baixa histórica do ranking dos Top 500 supercomputadores. A lista, publicada nesta segunda-feira (13), é feita por especialistas da Alemanha e dos Estados Unidos. O computador The Tianhe-2, localizado no National Super Computer Center em Cantão, tem ficado no topo da lista há mais de dois anos e seu desempenho máximo alcançado foi 33.863 teraflops por segundo - quase o dobro do supercomputador do Departamento de Energia de Cray Titan nos Estados Unidos, que está no Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee. O supercomputador Sequoia da IBM, que fica no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, é a terceira máquina mais rápida. Já a quarta da lista ficou para a máquina Fujitsu K, do Advanced Institute for Computational Science, no Japão. O único novo computador a entrar no top 10 é o Shaheen II do King Abdullah University of Science and Technology na Arábia Saudita, que ganhou a sétima posição. A lista Top 500, publicada duas vezes por ano para coincidir com conferências de supercomputadores, é vista como um indicador do atual desenvolvimento e investimento em computação de alta performance ao redor do mundo. Também fornece insights sobre quais tecnologias são populares entre companhias que constroem tais máquinas. No entanto, a participação à lista é voluntária, o que torna bem provável que haja um número de supercomputadores secretos por aí. Com 231 máquinas integrando o Top 500, os Estados Unidos ainda permanece como o país que, em termos de números, domina o desenvolvimento de supercomputadores. Mas vale lembrar que o número está bem próximo de sua maior baixa de todos os tempos - 226 em meados de 2002. Época em que a China começou a aparecer na lista. Atualmente, a China conta com 37 supercomputadores. Embora existam algumas alterações importantes nas primeiras posições no ranking, o poder de computação agregado das 500 empresas continua a avançar. No entanto, o ritmo parece estar mais lento. Para comparação, a lista atual representa 361 petaflops por segundo de desempenho, um aumento de 31% sobre o ano passado, mas uma desaceleração perceptível no crescimento, de acordo com os autores do estudo. A ascensão do uso de processadores de gráfico, chamados de computação por GPU, é refletida no top 10. Duas máquinas utilizam processadores Nvidia K20x; a segunda Cray Titan e a sexta do ranking usa Cray Piz Daint, instalada pela Swiss National Supercomputing Centre. No entanto, chips Xeon E5 da Intel continuam a superar todos os outros. Tomados em conjunto, as três gerações do chip (SandyBridge, Ivybridge e Haswell) estão em 80% dos sistemas, o que representa 67% do rendimento total. Fornecido por IDG NOW Chamado de Compute Stick, PC portátil já tinha ganhado versão com Windows em abril. Novo modelo será cerca de US$40 mais barata.
O computador portátil da Intel, também conhecido como Compute Stick, agora vem em mais “sabores” do que apenas Windows, Windows e mais Windows. Uma versão do dispositivo com Ubuntu 14.04 LTS começa a ser vendido nesta semana nos EUA, segundo a Canonical. Quando o Compute Stick foi lançado em abril, a Intel anunciou que uma versão com Ubuntu seria realmente disponibilizada em breve. O pendrive baseado em Ubuntu deverá custar 110 dólares, ou 40 dólares a menos do que a versão com Windows. A Best Buy atualmente mostra o Compute Stick com Ubuntu por 100 dólares – mas o aparelho ainda não está à venda, o que significa que o preço pode mudar. O Compute Stick com Ubuntu possui chip Intel Atom Z3735F quad-core de 1.33GHz, vem com 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. Outras especificações incluem Wi-Fi 802.11b/g/n, uma entrada USB 2.0, micro USB, Bluetooth 4.0, e um microSD para mais espaço de armazenamento. Ao conectar o Compute Stick a uma tela/monitor HDMI, também é preciso de um mouse e um teclado para tudo funcionar corretamente. Apesar de estar disponível para consumidores finais, o Compute Stick parece mais interessante para companhias e pequenas empresas, em que um PC portátil pode ser usado para apresentações, viagens e colaborações em equipe. Fornecido por PC World / EUA Novos modelos SSD 850 Pro e 850 EVO da fabricante sul-coreana chegam a custar até US$1 mil.
A Samsung anunciou nesta semana o que está chamando de o primeiro SSD (solid-state drive) multi-terabyte para os consumidores finais. Com capacidade para até 2TB, o aparelho pode ser usado em laptops e desktops. Os novos SSDs, chamados de 850 Pro e 850 EVO, dobram a capacidade máxima dos seus antecessores, o 840 Pro e o 840 EVO. Assim como nos modelos anteriores, a Samsung usou sua tecnologia 3D V-NAND, que empilha 32 camadas de NAND uma em cima da outra em um arranha-céu microscópico que oferece uma densidade de memória flash muito maior. Os novos 850 SSD Pro e 850 EVO continuam com o mesmo case de alumínio de 7mm por 6,35 cm. As capacidades dos produtos incluem versões de 120GB, 250GB, 500GB, 1TB e 2TB. Preços Nos EUA, o 850 SSD Pro de 2TB vai custar 1 mil dólares, enquanto que o 850 EVO de 2TB vai sair por 800 dólares. Já a versão de 1TB do 850 Pro custará metade do modelo de 2TB, 500 dólares, enquanto que o EVO SSD de 1TB saírá por 400 dólares. Fornecido por PC World / EUA Segundo pesquisa da consultoria Tractica, bancos impulsionam uso de impressões digitais na AL. No Brasil, 90 mil ATMs já possuem a tecnologia
Segundo pesquisa da consultoria Tractica, a biometria ganhou destaque no setor tecnológico nos últimos dois anos. O reconhecimento de impressões digitais, íris e voz é incorporado em diversos setores, permitindo desde o acesso restrito a áreas estratégicas de uma empresa ou governo até o combate à fraude bancária. Previsões apontam um salto no valor do mercado, de US$ 2 bilhões em 2015 a US$ 15 bilhões em 2024, acumulando receita de US$ 67,8 bilhões em dez anos. O setor de finanças, saúde, governo, defesa, educação e dispositivos de consumo serão os maiores beneficiados a autenticação biométrica, conforme as pessoas se familiarizem com a tecnologia. A expectativa é que ela seja empregada em transações em pontos de venda, acesso a áreas restritas de distribuição de medicamentos, ambientes virtuais de sistemas governamentais, entre outros. Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometrics (empresa de tecnologia de impressão digital de imagem multiespectral), acredita que o estudo da Tractica comprova o crescimento que já se percebe na prática. Segundo Reid, o crescimento do uso da tecnologia no setor financeiro na América Latina liga-se bastante a questões de proteção contra fraudes e a programas de inclusão social e financeira. "Nos demais continentes o uso da biometria tem outras funções. É o caso do aeroporto norte-americano de Baltimore-Washington, em que nossos leitores de impressão digital controlam inclusive o acesso à pista através de unidades implantadas ao ar livre”, diz o executivo. Reid aponta o Brasil como um destaque na aplicação da biometria na América Latina. “O sistema financeiro brasileiro é bastante amadurecido e extremamente consciente sobre a importância de salvaguardar a identidade dos clientes – ao mesmo tempo em que simplifica o acesso de milhares de pessoas às suas contas bancárias”, exalta Reid. Segundo ele, os sensores de impressão digital já estão presentes em 90 mil caixas eletrônicos do país, mas 70 mil ainda não receberam a ferramenta. “Ainda há muito a crescer em termos de uso da tecnologia biométrica”, defende. Segundo ele, as aplicações da biometria são vastas, não se limitando ao setor financeiro. Ele explica que parques temáticos asiáticos associam a tecnologia à identificação por radiofrequência (RFID) para que as crianças sejam localizadas pelos pais enquanto brincam, de modo a não se perderem. “No Chime Long Guagnzhou, os sensores são acionados mais de 4 milhões de vezes ao ano”, conta. O executivo também cita o Senegal como exemplo. O país implantou sensores de impressão digital em 66 estações em embaixadas, consulados e postos de fronteira. Por meio de registro biográfico, fotográfico e assinatura digital, as unidades ergonômicas produzem 300 mil vistos por ano, além de permitir o pagamento online para turistas, facilitando o processo. Na Oceania, sensores de impressão digital ajudam na otimização de um projeto de atendimento à população de Papua Nova Guiné, com a tecnologia de imagem multiespectral ajudando a missão de médicos ocidentais a identificarem os pacientes em tratamentos mesmo em caso de desgaste ou machucados nos dedos. No continente, a biometria ajuda o atendimento a centenas de tribos indígenas que não falam a mesma língua ou costumam ter documentos de identidade. Fornecido por Computerworld Brasil |
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