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Donos de iPhone se sentem mais seguros e arriscam mais, diz pesquisa

7/7/2015

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Estudo encomendado pela F-Secure revelou que 46% deles realizam transações comerciais em seus dispositivos móveis e 56% se conectam a Wi-Fi público.

Em sua mais recente pesquisa, a F-Secure estudou as singularidades e semelhanças dos usuários Apple aos adeptos de outras marcas. Para isso, ela contratou a Toluna Analytics para entrevistar em abril dois mil americanos, metade deles clientes da empresa de Tim Cook, indagando o tipo de dispositivo usado, o motivo da escolha e como encaravam aspectos de privacidade e segurança online.

Os resultados apontaram a propensão dos usuários Apple a correrem riscos: 46% fazem transações comerciais em seus aparelhos móveis, contra 14% dos adeptos de outras marcas, além de se conectarem a redes públicas de Wi-Fi (56%) mais de uma vez por semana, hábito de somente 29% dos demais consumidores.

“Isto é interessante, porque pessoas que pertencem à comunidade Apple percebem a si mesmas como mais seguras do que usuários de outros dispositivos. Talvez seja por isso que o usuário Apple é mais adepto da mobilidade e mais flexível quando se trata de realizar transações comerciais on-line”, argumentou Sean Sullivan, Consultor de Segurança da F-Secure.

Apesar dessa negligência, os clientes Apple mostram mais inclinação a adotar redes virtuais privadas (VPN), quando já não as possuem, do que demais usuários – 44% contra 27%. Em outras palavras, a propensão a correr riscos é acompanhada de uma maior abertura a tecnologias de gerenciamento dessas ameaças.

“Mais usuários Apple têm usado VPNs, portanto, mais usuários Apple estão conscientes tanto dos problemas como das soluções para preservar sua privacidade on-line”, pontuou Sullivan.

Pessoas criativas são menos iludidas quanto à segurança digital

A maioria dos entrevistados Apple disse que seus amigos os caracterizariam como criativos. Baseado nisso, o estudo da F-Secure criou duas categorias: Usuários criativos, que tendem a criar algo novo a partir dos dispositivos (interatividade que amplie as fronteiras da tecnologia no universo da pessoa) e Usuários práticos, mais objetivos e interessados somente em realizar suas tarefas (sem se dedicarem à exploração das funcionalidades dos aparelhos). 

Os usuários criativos mostraram maior disposição (44%) em adotar VPNs, ante 30% dos práticos. Em contrapartida, 37% deles se sentem mais vulneráveis a ameaças digitais, medo compartilhado com 25% do outro grupo.

De acordo com Sullivan, em geral os entrevistados tendem a considerar a comunidade a qual pertencem a mais segura, padrão que não se repete com os usuários criativos.

 “Os criativos exibiram menos viés otimista do que os usuários práticos. Isso pode acontecer devido ao fato de os criativos serem melhores para imaginar ameaças. Se levarmos em conta a maneira como os usuários Apple tendem à criatividade, seria possível dizer que eles têm menos ilusões quanto à sua segurança digital”, teorizou.

Fornecido por IDG Now
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Xiaomi vendeu 34,7 milhões de smartphones no 1º semestre de 2015

4/7/2015

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Fabricante chinesa, que chegou ao Brasil nesta semana, tem o objetivo de fechar o ano com pelo menos 80 milhões de aparelhos comercializados.

A Xiaomi anunciou nesta semana que vendeu 34,7 milhões de smartphones na primeira metade de 2015.

Apesar de ser um número que chama a atenção, pode dificultar que a fabricante chinesa alcance seu objetivo de vender entre 80 e 100 milhões de smartphones neste ano.

O CEO da empresa, Lei Jun, destacou as vendas, em meio a um mercado chinês um pouco mais retraído. Segundo ele, esse número de 34,7 milhões é 33% superior ao registrado no mesmo período de 2014.

Para efeito de comparação, a Xiaomi vendeu um total de 61 milhões de smartphones no ano passado, número 227% superior ao registrado no ano anterior.

Brasil

Vale notar que a Xiaomi chegou nesta semana ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia – a empresa só vende acessórios nos EUA e Europa.

O brasileiro Hugo Barra, VP Internacional da fabricante, confirmou que o aparelho Redmi2, primeiro smartphone da empresa vendido por aqui, será montado no país, mais especificamente na unidade da Foxconn no interior de SP.


Fornecido por IDG NOW
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Como a Xiaomi conseguiu desbancar gigantes como a Apple e Samsung na China

30/6/2015

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Entenda o modelo de negócios que ajudou a Xiaomi a ganhar o título de Apple Chinesa. Empresa anuncia amanhã quais smartphones venderá no Brasil

A fabricante de smartphones chinesa Xiaomi fez sua fama ao conseguir vender smartphones semelhantes ao iPhone cobrando apenas um terço do preço dos produtos da Apple. O segredo? Usar a internet como plataforma de vendas e enxugar os custos, mantendo o preço dos seus telefones para o consumidor pouco acima do que ela gasta para produzi-los.

A companhia chinesa, que com menos de cinco anos de vida consegue derrubar gigantes como Apple e Samsung no território chinês, aponta seu modelo de negócios como a principal razão para vender aparelhos de última tecnologia a preços bem inferiores aos de seus maiores concorrentes. O modelo de negócio da Xiaomi evita encargos financeiros quando deixa de lado práticas de marketing e de distribuição tradicionais. E é na Internet que a gigante concentra combustível para suas vendas.  

Desde o início do ano, quando anunciou sua vinda para o Brasil , a “Apple Chinesa” não confirmou quais smartphones pretende vender por aqui e muito menos divulgou o preço. O anúncio oficial será realizado nesta terça-feira (30/06) durante evento em São Paulo, onde fica o escritório local da empresa, cujo nome quer dizer "pequeno grão de arroz". Além do Brasil, os planos de expansão da Xiaomi incluem também México e Rússia. 

Responsável pela expansão internacional da marca, o brasileiro Hugo Barra (ex-Google) confirma em um vídeo publicado na página do Facebook Xiaomi Brasil, que o modelo de vendas no Brasil será o mesmo usado na China e Índia: a Internet. 

 “Uma das características únicas da Xiaomi é que somos uma empresa de internet, uma empresa de comércio eletrônico. E o comércio eletrônico é o nosso principal canal de vendas pelo mundo. No Brasil não vai ser diferente e o e-commerce será nosso principal, porém não único, canal de vendas no país inteiro”, afirmou Barra.

Por que a Xiaomi consegue vender tão barato?

Quando a Xiaomi revelou seu primeiro Mi 1 em agosto de 2011, a atenção se voltou para o preço do aparelho. Consumidores conseguiam comprar então um smartphone de última tecnologia por 1,999 yuan, na época o equivalente a US$324.

Era uma grande barganha comparada a telefones similares da época, caso do iPhone 4, cujo valor inicial era de 4,999 yuan. E a Xiaomi conseguiu manter seu preço para o telefone carro-chefe da companhia, além de ter lançado uma linha de produtos – a Hongmi - telefones mais populares a preços mais populares ainda, com preço inicial de 699 yuan. 

Mas mesmo que a Xiaomi mantenha preços baixos para seus telefones, ela ainda consegue lucrar com suas vendas. Claro. No caso do Mi 3, o dispositivo teria custo de fabricação de US$ 157 , de acordo com a Fomalhaut Techno Solutions. "Acredito que eles estejam lucrando, no mínimo, 100 dólares por unidade com o Mi 3", estimou na época de lançamento do telefone, Minatake Kashio, diretor da Fomalhaut, contabilizando nesse valor já os custos de distribuição da Xiaomi.

Diferente de suas concorrentes, a empresa não investe em publicidade tradicional. Ela não tem uma grande rede de lojas físicas que exigiria uma grande equipe para mantê-las. Ao invés disso, ela cortou tais custos e vende a maior parte de seus telefones diretamente aos seus clientes por meio do e-commerce.

Além de dirigir sua própria loja online, a Xiaomi vende por meio do site Tmall.com, um das maiores varejistas online da China. Os sites não só oferecem aparelhos, mas também acessórios incluindo headphones, camisetas e até mesmos os mascotes da companhia. 

Para aumentar sua popularidade, a empresa conta com redes sociais, a imprensa e seus próprios clientes, conhecidos como "Mi fãs" para ajudar a espalhar o valor da marca pelo mundo.

O resultado da exposição pode não estar no mesmo patamar que Samsung ou Apple, mas a prática permite que a Xiaomi foque em consumidores mais jovens já acostumados em utilizar a Internet para comprar produtos online. 

Quantidades limitadas

Agora, conseguir colocar suas mãos em um smartphone Xiaomi é outro assunto. Os aparelhos da gigante chinesa tendem a esgotar em minutos após o lançamento de um modelo. Lançar apenas uma quantidade limitada de telefones a cada semana tem sido um ponto estratégico nos negócios da Xiaomi – já que ajuda a companhia a manter seus custos baixos. 

E a relação é um tanto óbvia: a empresa enfrenta riscos menores através da gestão de um inventário menor. Da mesma forma, permite aumentar a produção gradualmente, conseguindo economia já que os custos dos componentes tendem a diminuir ao longo do tempo.

A longo prazo, a Xiaomi quer gerar receita não exclusivamente por meio de vendas de hardware, mas também por meio de software. A ideia é semelhante à forma como a Amazon está lançando tablets Kindle a preços mais baixos para motivar clientes a comprarem mais e-books e outros conteúdos digitais.

No caso da Xiaomi, usuários podem comprar temas para seus telefones que podem mudar o visual dos mesmos. Isso pode ser feito ao comprar online créditos Mi da companhia. Não está claro ainda como a Xiaomi vai aumentar ainda mais a receita de vendas de software. Mas lançar mais telefones no mercado certamente aumentará a base de consumidores. 

Os produtos da Xiaomi já foram comparados inúmeras vezes a imitações da Apple. No entanto, o modelo de negócios da companhia está pressionando as fabricantes concorrentes. "Muitas pessoas estão tentando replicar o modelo da Xiaomi", disse Nicole Peng, analista de pesquisa da Canalys. 

Fabricantes chinesas, incluindo a Huawei, ZTE e outras também estão fabricando produtos com tecnologia de ponta por preços mais baixos usando canais online para aumentar as vendas.


Fornecido por IDG News Service
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Proposta divide opiniões no país: Proteste aprova e Abinee se mostra contra. Caso seja aprovada, Anatel definiria novo padrão.

18/6/2015

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Um novo projeto de lei do deputado Sérgio Vidigal (PDT-ES) quer padronizar os carregadores de todos os celulares fabricados e vendidos no Brasil.

Segundo o Estadão, a proposta foi discutida nesta terça-feira, 16/6, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Agora, o projeto aguarda parecer do relator da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática para que possa então ser votado.

"É possível, sim, definir por lei um padrão, inclusive também para outros dispositivos móveis, como tablets. Não se justifica adiar uma decisão que pode trazer um avanço em termos de meio ambiente e durabilidade dos bens de consumo”, afirma a coordenadora institucional da associação de defesa ao consumidor Proteste, Maria Inês Dolci.

Por outro lado, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) diz que as 14 fabricantes de celulares que representa no país já cumprem de forma voluntária um nível de padronização que considera alto – de acordo com a associação, que é contra os 100% por lei, cerca de85% dos carregadores já são intercambiáveis atualmente.

Vale notar que, pelo projeto de lei, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) seria a responsável para definir o novo padrão dos carregadores.

E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários abaixo.

Fornecido por IDGNOW!
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Samsung prepara atualização após falha grave de segurança

18/6/2015

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A Samsung anunciou a produção de uma atualização para corrigir a falha de segurança causada pelo app de teclado que utilizava tecnologia do SwiftKey, que poderia atingir vários aparelhos da marca. A previsão era de que a falha poderia deixar vulneráveis cerca de 600 milhões de aparelhos que vinham com o teclado pré-instalado.

Em comunicado oficial, a Samsung explicou que a atualização não afetará todo o sistema, comprometendo-se apenas com a falha de segurança. Além disso, ela ocorrerá por meio do Samsung Knox, uma solução da empresa para armazenamento seguro de dados.

O bug permitia que o aparelho da Samsung se transformasse no aparelho de espionagem remota perfeito. Um cibercriminoso poderia tomar controle do aparelho e acessar as imagens geradas pela câmera ou ligar o microfone para escutar o que acontecia nos arredores.

O problema acontecia no aplicativo padrão de teclado da Samsung, nativo em praticamente todos os celulares da empresa, também conhecido como Samsung IME. O app usa o kit de desenvolvimento do SwiftKey para prever e sugerir palavras para agilizar a digitação. No entanto, o app próprio do SwiftKey, disponível no Google Play, não oferece a mesma vulnerabilidade.

Por Olhar Digital.
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