Dos 50 milhões de ataques detectados, 9 milhões foram no país; Portais internacionais da internet, bancos e lojas online são principais vítimas.
Dados da Kaspersky Lab apontam o Brasil como líder em volume de ataques de phishing. A incidência diminuiu 2,74% no primeiro trimestre de 2015, mas o país continuou a principal vítima do método, registrando 18,28% dos ataques mundiais, o equivalente a 9 milhões de detecções. Índia (17,73%) e China (14,92%) completam o pódio.
A empresa de segurança identificou mais de 50 milhões de agressões no globo, um aumento de 1 milhão em comparação ao último trimestre de 2014.
A atividade se concentrou em Portais Internacionais da Internet (25,6% dos ataques dirigidos), bancos (18,9%) e lojas online (9,6%). Outros setores afetados foram provedores de telefonia e internet, mensagens instantâneas, jogos online, empresas de TI, organizações estatais, empresas de logística e meios de comunicação em massa.
Redes sociais e empresas de logística são alvos populares
Ataques a redes sociais equivaleram a 17,3% do total, com Facebook (10,9%), Google (8,1%) e Yahoo (5,2%, diminuição de 1,37% em relação ao ano passado) concentrando a maior parte deles.
O setor de logística testemunhou um aumento significativo no percentual de ataque, embora ainda represente somente 0,23% do total de phishing. O destaque foi para a empresa DHL, que figurou no top 100 de empresas usadas como isca. A página maliciosa simulava ser a da companhia, exigindo pagamento adiantado por serviços e apresentando notas falsas com o logo da empresa e desaparecendo em seguida.
Segundo a Kaspersky Lab, era comum que as mensagens apresentassem anexos maliciosos escondidos ou links falsos para cadastro, exigido para completar o suposto processo de entrega -- método usado para coletar endereços e outras informações pessoais dos usuários.
Fornecido por IDG Now
Dados da Kaspersky Lab apontam o Brasil como líder em volume de ataques de phishing. A incidência diminuiu 2,74% no primeiro trimestre de 2015, mas o país continuou a principal vítima do método, registrando 18,28% dos ataques mundiais, o equivalente a 9 milhões de detecções. Índia (17,73%) e China (14,92%) completam o pódio.
A empresa de segurança identificou mais de 50 milhões de agressões no globo, um aumento de 1 milhão em comparação ao último trimestre de 2014.
A atividade se concentrou em Portais Internacionais da Internet (25,6% dos ataques dirigidos), bancos (18,9%) e lojas online (9,6%). Outros setores afetados foram provedores de telefonia e internet, mensagens instantâneas, jogos online, empresas de TI, organizações estatais, empresas de logística e meios de comunicação em massa.
Redes sociais e empresas de logística são alvos populares
Ataques a redes sociais equivaleram a 17,3% do total, com Facebook (10,9%), Google (8,1%) e Yahoo (5,2%, diminuição de 1,37% em relação ao ano passado) concentrando a maior parte deles.
O setor de logística testemunhou um aumento significativo no percentual de ataque, embora ainda represente somente 0,23% do total de phishing. O destaque foi para a empresa DHL, que figurou no top 100 de empresas usadas como isca. A página maliciosa simulava ser a da companhia, exigindo pagamento adiantado por serviços e apresentando notas falsas com o logo da empresa e desaparecendo em seguida.
Segundo a Kaspersky Lab, era comum que as mensagens apresentassem anexos maliciosos escondidos ou links falsos para cadastro, exigido para completar o suposto processo de entrega -- método usado para coletar endereços e outras informações pessoais dos usuários.
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