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Novo acordo com Edward Snowden permitiria seu retorno aos EUA, diz ex-procurador

7/7/2015

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No entanto, Departamento de Justiça dos Estados Unidos não mudou sua posição sobre as acusações criminais direcionadas ao ex-agente da NSA

A "possibilidade existe" para que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ, na sigla em inglês) feche um acordo que permitiria ao ex-agente da NSA, Edward Snowden, voltar aos Estados Unidos, disse Eric Holder, ex-procurador geral em entrevista ao Yahoo News.

Snowden, que vazou informações sobre programas de vigilância da Agência de Segurança Nacional, "estimulou um debate necessário" sobre a coleção de registros telefônicos dos EUA, defendeu Holder.

O Departamento de Justiça, entretanto, não mudou sua posição oficial sobre Snowden. Segundo um representante do órgão, ao retornar para os Estados Unidos o ex-agente deve enfrentar acusações criminais.

Holder, que deixou o DOJ no início deste ano, apresentou acusações de espionagem contra Snowden em 2013. Ele se recusou a dar maiores detalhes ao Yahoo News sobre como um possível acordo com Snowden seria.

Funcionários da NSA consideram que um acordo judicial inclua algum tempo na prisão. Mas Ben Wizner, um dos advogados de Snowden, rejeitou a possibilidade de uma declaração de culpa por parte do ex-agente.

"Nós não acreditamos que uma condenação criminal e perda dos direitos civis seriam consequências apropriadas às ações de Snowden", disse Wizner por e-mail.

Snowden fugiu para Hong Kong depois de vazar documentos da NSA para organizações de notícias em meados de 2013. No caminho para o Equador, onde foi prometido asilo político, Snowden não conseguiu deixar o aeroporto de Moscou, depois que o Equador recebeu pressão dos EUA para rescindir a oferta. O governo da Rússia depois lhe ofereceu asilo temporário.

Fornecido por Grant Gross, IDG News Service
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Donos de iPhone se sentem mais seguros e arriscam mais, diz pesquisa

7/7/2015

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Estudo encomendado pela F-Secure revelou que 46% deles realizam transações comerciais em seus dispositivos móveis e 56% se conectam a Wi-Fi público.

Em sua mais recente pesquisa, a F-Secure estudou as singularidades e semelhanças dos usuários Apple aos adeptos de outras marcas. Para isso, ela contratou a Toluna Analytics para entrevistar em abril dois mil americanos, metade deles clientes da empresa de Tim Cook, indagando o tipo de dispositivo usado, o motivo da escolha e como encaravam aspectos de privacidade e segurança online.

Os resultados apontaram a propensão dos usuários Apple a correrem riscos: 46% fazem transações comerciais em seus aparelhos móveis, contra 14% dos adeptos de outras marcas, além de se conectarem a redes públicas de Wi-Fi (56%) mais de uma vez por semana, hábito de somente 29% dos demais consumidores.

“Isto é interessante, porque pessoas que pertencem à comunidade Apple percebem a si mesmas como mais seguras do que usuários de outros dispositivos. Talvez seja por isso que o usuário Apple é mais adepto da mobilidade e mais flexível quando se trata de realizar transações comerciais on-line”, argumentou Sean Sullivan, Consultor de Segurança da F-Secure.

Apesar dessa negligência, os clientes Apple mostram mais inclinação a adotar redes virtuais privadas (VPN), quando já não as possuem, do que demais usuários – 44% contra 27%. Em outras palavras, a propensão a correr riscos é acompanhada de uma maior abertura a tecnologias de gerenciamento dessas ameaças.

“Mais usuários Apple têm usado VPNs, portanto, mais usuários Apple estão conscientes tanto dos problemas como das soluções para preservar sua privacidade on-line”, pontuou Sullivan.

Pessoas criativas são menos iludidas quanto à segurança digital

A maioria dos entrevistados Apple disse que seus amigos os caracterizariam como criativos. Baseado nisso, o estudo da F-Secure criou duas categorias: Usuários criativos, que tendem a criar algo novo a partir dos dispositivos (interatividade que amplie as fronteiras da tecnologia no universo da pessoa) e Usuários práticos, mais objetivos e interessados somente em realizar suas tarefas (sem se dedicarem à exploração das funcionalidades dos aparelhos). 

Os usuários criativos mostraram maior disposição (44%) em adotar VPNs, ante 30% dos práticos. Em contrapartida, 37% deles se sentem mais vulneráveis a ameaças digitais, medo compartilhado com 25% do outro grupo.

De acordo com Sullivan, em geral os entrevistados tendem a considerar a comunidade a qual pertencem a mais segura, padrão que não se repete com os usuários criativos.

 “Os criativos exibiram menos viés otimista do que os usuários práticos. Isso pode acontecer devido ao fato de os criativos serem melhores para imaginar ameaças. Se levarmos em conta a maneira como os usuários Apple tendem à criatividade, seria possível dizer que eles têm menos ilusões quanto à sua segurança digital”, teorizou.

Fornecido por IDG Now
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Mozilla confirma versão do Firefox para Windows 10

7/7/2015

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Organização também anunciou que vai adotar um cronograma menor do que o seu padrão de 18 semanas daqui para frente.

A Mozilla vai acelerar o lançamento dos novos recursos para o seu navegador Firefox, deixando de lado seu cronograma de desenvolvimento de 18 semanas por algo mais rápido, afirmou um gerente da organização a colaboradores na última semana.

A organização também vai lançar um navegador para o Windows 10, uma reversão de decisão de 2014 de parar de trabalhar em uma versão baseada no toque do Firefox para o sistema da Microsoft.

Em alguns mensagens que o diretor de engenharia do Firefox, Dave Campo, publicou em uma lista de e-mails, assim como em um post no blog da organização, a Mozilla resumiu algumas das decisões a que chegou durante um encontro recente no Canadá.

“Desde que o Firefox começou, a indústria evoluiu continuamente a maneira como as empresas adotam código para os usuários, e hoje isso não é feito em um ciclo de 18 semanas”, afirmou Camp. 

 No entanto, o executivo revelou poucos detalhes sobre o cronograma dos planos, em grande parte porque eles ainda não foram decididos ainda.

Fornecido por PC World / EUA
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Uso de biometria vai gerar mercado global de US$ 67,8 bilhões até 2024

7/7/2015

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Segundo pesquisa da consultoria Tractica, bancos impulsionam uso de impressões digitais na AL. No Brasil, 90 mil ATMs já possuem a tecnologia

Segundo pesquisa da consultoria Tractica, a biometria ganhou destaque no setor tecnológico nos últimos dois anos. O reconhecimento de impressões digitais, íris e voz é incorporado em diversos setores, permitindo desde o acesso restrito a áreas estratégicas de uma empresa ou governo até o combate à fraude bancária. Previsões apontam um salto no valor do mercado, de US$ 2 bilhões em 2015 a US$ 15 bilhões em 2024, acumulando receita de US$ 67,8 bilhões em dez anos.

O setor de finanças, saúde, governo, defesa, educação e dispositivos de consumo serão os maiores beneficiados a autenticação biométrica, conforme as pessoas se familiarizem com a tecnologia. A expectativa é que ela seja empregada em transações em pontos de venda, acesso a áreas restritas de distribuição de medicamentos, ambientes virtuais de sistemas governamentais, entre outros.

Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometrics (empresa de tecnologia de impressão digital de imagem multiespectral), acredita que o estudo da Tractica comprova o crescimento que já se percebe na prática. Segundo Reid, o crescimento do uso da tecnologia no setor financeiro na América Latina liga-se bastante a questões de proteção contra fraudes e a programas de inclusão social e financeira.

"Nos demais continentes o uso da biometria tem outras funções. É o caso do aeroporto norte-americano de Baltimore-Washington, em que nossos leitores de impressão digital controlam inclusive o acesso à pista através de unidades implantadas ao ar livre”, diz o executivo. Reid aponta o Brasil como um destaque na aplicação da biometria na América Latina.

“O sistema financeiro brasileiro é bastante amadurecido e extremamente consciente sobre a importância de salvaguardar a identidade dos clientes – ao mesmo tempo em que simplifica o acesso de milhares de pessoas às suas contas bancárias”, exalta Reid.

Segundo ele, os sensores de impressão digital já estão presentes em 90 mil caixas eletrônicos do país, mas 70 mil ainda não receberam a ferramenta. “Ainda há muito a crescer em termos de uso da tecnologia biométrica”, defende.

Segundo ele, as aplicações da biometria são vastas, não se limitando ao setor financeiro. Ele explica que parques temáticos asiáticos associam a tecnologia à identificação por radiofrequência (RFID) para que as crianças sejam localizadas pelos pais enquanto brincam, de modo a não se perderem. “No Chime Long Guagnzhou, os sensores são acionados mais de 4 milhões de vezes ao ano”, conta.

O executivo também cita o Senegal como exemplo. O país implantou sensores de impressão digital em 66 estações em embaixadas, consulados e postos de fronteira. Por meio de registro biográfico, fotográfico e assinatura digital, as unidades ergonômicas produzem 300 mil vistos por ano, além de permitir o pagamento online para turistas, facilitando o processo.

Na Oceania, sensores de impressão digital ajudam na otimização de um projeto de atendimento à população de Papua Nova Guiné, com a tecnologia de imagem multiespectral ajudando a missão de médicos ocidentais a identificarem os pacientes em tratamentos mesmo em caso de desgaste ou machucados nos dedos. No continente, a biometria ajuda o atendimento a centenas de tribos indígenas que não falam a mesma língua ou costumam ter documentos de identidade.

Fornecido por Computerworld Brasil
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Governo dos EUA é acusado de espionar jornalistas

4/7/2015

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Revista alemã Der Spiegel entrou com processo contra governo americano. Rede CNN diz possuir evidências da espionagem.

A revista alemã Der Spiegel acusa os EUA de terem espionado seus jornalistas. O veículo inclusive entrou com um processo contra o governo americano.

Segundo a Associated Press, o processo da Der Spiegel é direcionado contra “pessoas desconhecidas” e tem a intenção de obter mais informações sobre o caso.

A rede americana CNN também afirma que possui evidências de que o governo dos EUA realmente espionou a Der Spiegel.

De acordo com o veículo, o incidente aconteceu em 2011, bem antes dos vazamentos de Edward Snowden revelarem o programa de espionagem dos EUA com a sua agência NSA.

O motivo para a espionagem seria por conta de um representante do governo alemão que estaria vazando informações para a imprensa local.

Em entrevista para a CNN, um jornalista alemão disparou contra os EUA, dizendo: “A liberdade de imprensa é constitucional não apenas nos EUA, mas também na Alemanha. Mas uma imprensa que precisa temer a vigilância de suas pesquisas não é mais uma imprensa livre.”

Procurado pela reportagem da CNN, um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA não negou os fatos, dizendo apenas que “os EUA não coletam dados inteligência com a intenção de suprimir ou limitar críticas ou discordâncias”.

Fornecido por IDG Now
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