MB Consultoria
  • Início
  • Soluções
    • Abertura de Chamados
    • Acompanhar OS
    • Consultoria em TI
    • MarketUP
    • Serviços de TI
    • Suporte de TI
    • Suporte Remoto
  • Blog
  • Links Úteis
  • Loja
  • Contato
    • Quem Somos

Supercomputador mais rápido do mundo fica na China

13/7/2015

Comments

 
Imagem
Ranking dos Top 500 supercomputadores conta com Sequoia da IBM e supercomputador da Arábia Saudita em sétima posição.

Um supercomputador desenvolvido pela Universidade de Defesa Nacional da China continua a ser o mais rápido do mundo, enquanto os Estados Unidos está próximo de uma baixa histórica do ranking dos Top 500 supercomputadores. A lista, publicada nesta segunda-feira (13), é feita por especialistas da Alemanha e dos Estados Unidos. 

O computador The Tianhe-2, localizado no National Super Computer Center em Cantão, tem ficado no topo da lista há mais de dois anos e seu desempenho máximo alcançado foi 33.863 teraflops por segundo - quase o dobro do supercomputador do Departamento de Energia de Cray Titan nos Estados Unidos, que está no Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee.

O supercomputador Sequoia da IBM, que fica no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, é a terceira máquina mais rápida. Já a quarta da lista ficou para a máquina Fujitsu K, do Advanced Institute for Computational Science, no Japão.

O único novo computador a entrar no top 10 é o Shaheen II do King Abdullah University of Science and Technology na Arábia Saudita, que ganhou a sétima posição.

A lista Top 500, publicada duas vezes por  ano para coincidir com conferências de supercomputadores, é vista como um indicador do atual desenvolvimento e investimento em computação de alta performance ao redor do mundo. Também fornece insights  sobre quais tecnologias são populares entre companhias que constroem tais máquinas. No entanto, a participação à lista é voluntária, o que torna bem provável que haja um número de supercomputadores secretos por aí.

Com 231 máquinas integrando o Top 500, os Estados Unidos ainda permanece como o país que, em termos de números, domina o desenvolvimento de supercomputadores. Mas vale lembrar que o número está bem próximo de sua maior baixa de todos os tempos - 226 em meados de 2002. Época em que a China começou a aparecer na lista. Atualmente, a China conta com 37 supercomputadores.

Embora existam algumas alterações importantes nas primeiras posições no ranking, o poder de computação agregado das 500 empresas continua a avançar. No entanto, o ritmo parece estar mais lento. Para comparação, a lista atual representa 361 petaflops por segundo de desempenho, um aumento de 31% sobre o ano passado, mas uma desaceleração perceptível no crescimento, de acordo com os autores do estudo.

A ascensão do uso de processadores de gráfico, chamados de computação por GPU, é refletida no top 10. Duas máquinas utilizam processadores Nvidia K20x; a segunda Cray Titan e a sexta do ranking usa Cray Piz Daint, instalada pela Swiss National Supercomputing Centre.

No entanto, chips Xeon E5 da Intel continuam a superar todos os outros. Tomados em conjunto, as três gerações do chip (SandyBridge, Ivybridge e Haswell) estão em 80% dos sistemas, o que representa 67% do rendimento total.

Fornecido por IDG NOW
Comments

Após problemas, Xiaomi adota pagamento via boleto bancário no Brasil

13/7/2015

Comments

 
Imagem
Empresa atendeu aos pedidos dos seus consumidores, que enfrentaram problemas no primeiro evento de vendas na última semana. 2º evento acontece terça, 14/7.

Após diversos problemas técnicos no seu primeiro evento de vendas no Brasil, a Xiaomi anunciou no final de semana que vai aceitar pagamentos via boleto bancário em seu próximo evento de vendas no país, programado para essa terça-feira, 14/7 - o pagamento por cartão de crédito continua valendo.

Por meio de um anúncio na sua página oficial no Facebook, a fabricante chinesa afirmou que aceitará pagamentos por boleto bancário tanto para o smartphone Redmi 2 quanto para acessórios como fones de ouvido – que não estão inclusos no celular da Xiaomi.

Vale lembrar que é preciso fazer um registro até a meia-noite de hoje, 13/7, para poder participar do evento de vendas da Xiaomi no Brasil nesta terça-feira, 14/7.

A empresa ainda não tem previsão de quando vai iniciar a venda aberta de seus produtos no país.

Fornecido por IDG Now
Comments

Apple libera update extra para 1º beta público do OS X El Capitan

13/7/2015

Comments

 
Imagem
Atualização adicional do novo sistema para Macs corrige falha que fazia com que apps de 32-bit travassem.

Apenas 24 horas depois de lançar o primeiro beta público do OS X El Capitan, a Apple liberou um update adicional para o novo sistema operacional dos Macs.

Segundo a empresa de Cupertino, a atualização corrige uma falha que faz com que aplicativos de 32-bit travem.


Como instalar
Para instalar o update, abra o app da Mac App Store e clique no ícone de Updates (Atualizações). A atualização extra deve aparecer para instalação. 

Também é possível clicar no menu Apple, selecionar About This Mac (Sobre Esse Mac), e na janela Overview que aparece, clique no botão Software Update (Atualição de Software). Isso abrir a Mac App Store.

Fornecido por Macworld / EUA
Comments

Pesquisadores descobrem nova falha de segurança no Adobe Flash Player

13/7/2015

Comments

 
Imagem
Essa é a segunda exploit descoberta a partir dos arquivos vazados da empresa italiana Hacking Team. Vulnerabilidade afeta Windows, Mac e Linux.

O grande número de arquivos recentemente vazados da empresa italiana de software de vigilância Hacking Team é o presente que continua ajudando os cibercriminosos. Pesquisadores descobriram uma nova exploit  para uma vulnerabilidade até então desconhecida ao analisar o Flash Player, da Adobe.

Essa é a segunda exploit de dia zero do Flash Player descoberta entre os arquivos do Hacking Team e a terceira no geral – pesquisadores também descobriram uma exploit de dia zero no Windows. 

Uma exploit de dia zero é uma vulnerabilidade desconhecida para a qual ainda não existe uma solução ainda.

A primeira exploit do Flash Player foi descoberta na semana passada, menos de dois dias após um hacker publicar na web um total de 400GB em arquivos, e-mails, documentos corporativos, códigos fonte e outros dados internos do Hacking Team, empresa com base em Milão, que vende ferramentas de invasão e vigilância para agências de governo ao redor do mundo.

A exploit foi rapidamente adotada por cibercriminosos e integrada em kits comerciais de exploits antes de a Adobe liberar um patch. Os kits de exploits são ferramentas maliciosas usadas em ataques de grande escala realizados por meio de sites comprometidos ou anúncios publicitários maliciosos.

A Adobe solucionou a vulnerabilidade explorada pela exploit na última quarta-feira, 8/7, mas os cibercriminosos ainda a estão usando. Um conhecido grupo de ciberespionagem chamado de Wekby a enviar e-mails para empresas com falsos avisos sobre o patch da Adobe, mas que, na verdade, traziam um link para a própria exploit, revela a empresa de segurança Volexity.

A nova exploit do Flash Player aproveita uma vulnerabilidade ainda não corrigida e foi identificada entre os arquivos do Hacking Team por pesquisadores da companhia de segurança FireEye. A Adobe confirmou a falha no final de semana e diz ter planos de liberar um patch nos próximos dias. A falha está sendo registrada como CVE-2015-5122 na base de dados Common Vulnerabilities  and Exposures.

De acordo com pesquisadores da Trend Micro, a nova exploit afeta as versões mais recentes do Flash Player no Windows, Mac e Linux e pode ser facilmente adaptada para executar uma carga maliciosa, como um malware.

Essas exploits foram provavelmente fornecidas pelo Hacking Team para os seus clientes para que eles pudessem usar o Remote Control System (RCS), o poderoso spyware da empresa italiana, nos computadores que queriam espionar.

As revelações devem estimular o debate sobre o mercado de exploits de dia zero e se é algo ético as agências contribuírem com a insegurança na Internet ao criarem o incentivo para empresas privadas e pesquisadores usarem falhas críticas para lucro em vez de informá-las para as empresas afetadas.

Fornecido por PC World / EUA
Comments

Sucesso da Xiaomi no Brasil superou expectativas, diz Hugo Barra

10/7/2015

Comments

 
Imagem
Em entrevista ao IDG Now!, brasileiro garante que problemas enfrentados no 1º evento de vendas do Redmi2 foram resolvidos e não voltarão

Após cerca de cinco anos no Google, o brasileiro Hugo Barra trocou a gigante de buscas pela então ainda desconhecida Xiaomi em 2013, o que causou muito falatório no mercado de TI. Dois anos depois, a fabricante chinesa é uma das gigantes da Ásia no mercado mundial de smartphones, com mais de 60 milhões de aparelhos vendidos em 2014, e acaba de chegar ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia.

Com apenas cinco anos de história, a Xiaomi aposta principalmente nos aparelhos com preços mais em conta – o primeiro smartphone da empresa no Brasil, o Redmi2, se destaca pelo preço de 500 reais. Segundo o executivo, isso só é possível pelo modelo de negócios da empresa, que concentra sua venda apenas em sua loja online e quase nunca usa mídia paga para publicidade, preferindo apostar em um tom mais próximo e informal com os consumidores pelas redes sociais – vale notar que a Xiaomi vai montar o Redmi2 aqui mesmo no Brasil, nas unidades da Foxconn no interior de SP.

Os clientes, aliás, são outro diferencial da Xiaomi, já que são chamados de “fãs” e seguem a empresa de forma entusiasmada, lembrando o culto a uma certa empresa americana que criou o iPhone – não por acaso, a Xiaomi já foi muitas vezes chamada de “Apple chinesa”.

Na entrevista abaixo, exclusiva para o IDG Now!, Barra, que é VP para mercados internacionais na Xiaomi, fala sobre a chegada da empresa ao Brasil, suas estratégias de negócios, como é ser tratado como verdadeiro popstar pelos fãs e quais os próximos passos da fabricante no mercado internacional.

IDG Now!: Como aconteceu a escolha pelo Brasil como o primeiro território da Xiaomi fora da Ásia? 

Hugo Barra: Em primeiro lugar, é bom lembrar que o Brasil é o quarto mercado de smartphones do mundo, atrás apenas de EUA, China e Índia. Por isso, claro que é um mercado muito grande e importante para nós. E segundo lugar que é um mercado com uma presença muito forte na Internet, tanto em redes sociais quanto em comércio eletrônico, que são dois pontos importantes do nosso modelo de negócios. E claro que, em terceiro lugar, eu faço parte da equipe global da Xiaomi e por ser brasileiro isso ajuda talvez a entrar um pouco mais rápido no país.

A Xiaomi realizou um primeiro evento de vendas do Redmi2 na terça-feira, 7/7, e muita gente acabou não conseguindo comprar o smartphone por problemas no site. Esses problemas devem estar solucionados para o outro evento de vendas no dia 14/7? E todos esses aparelhos desses primeiros eventos são importados, certo?

Realmente tinha muita gente no site no evento de terça, dia 7, mas os problemas já estão solucionados e não os veremos mais no dia 14. O primeiro lote de aparelhos vendido é importado sim, como você disse. É um lote pequeno, mas os aparelhos são idênticos aos que estão sendo montados aqui no Brasil. 

E quando teremos a venda aberta ao público brasileiro do Redmi2?

Ainda não sabemos porque o modelo que a gente usa é basicamente o seguinte: enquanto a demanda for muito grande que o nosso estoque não suporta, nós fazemos esses eventos de vendas. Só abrimos a venda geral quando tivermos um estoque suficiente para atender a todo mundo.

Imagem
Xiaomi apostou no aparelho de baixo custo Redmi2 (foto) em chegada ao Brasil
Além dessas questões na venda pelo site no dia 7/7, vocês tiveram alguns problemas no evento de lançamento no Brasil, no dia 30/6, que resultaram em um evento extra no mesmo dia. Em bom português, a Xiaomi “bombou” mais no Brasil do que vocês esperavam? Superou as expectativas da empresa?

Eu diria que sim. A gente tinha grandes expectativas para a nossa entrada no Brasil, mas o sucesso inicial que a gente teve com o lançamento e a primeira venda foi além das nossas expectativas. E isso aconteceu por causa da paixão dos nossos fãs. Tivemos gente do Brasil inteiro no evento de lançamento em São Paulo.

Qual o principal diferencial da Xiaomi contra as rivais nesse mercado tão disputado?

Bom, a Xiaomi é uma empresa bem diferente em muitos pontos. Em primeiro lugar, a filosofia de alta qualidade e preço baixo é muito importante. O fato de a gente criar produtos de alta tecnologia e vendê-los por preços super justos tem a ver com o nosso modelo de negócios, que inclui venda online direta e uso muito forte das mídias sociais. Mas o que diferencia mesmo a companhia é a nossa relação com os clientes, que chamamos de fãs e não de consumidores. A gente não tem só essa conversa mais informal com os fãs nas mídias sociais, mas também dependemos deles para o nosso desenvolvimento de produtos. Nós temos cerca de 45 milhões de usuários nos nossos fóruns pelo mundo, que contribuem ativamente pra o desenvolvimento de produtos, enviando sugestões e testando produtos, entre outras coisas. É uma relação muito próxima com um número muito grande  de fãs que participam. Ninguém nessa indústria de tecnologia faz isso.

Pelo que ficou meio claro no evento de chegada da empresa no dia 30/6, os jovens parecem ser o foco principal da Xiaomi no Brasil. É isso mesmo? Caso sim, por que?

O foco imediato são os jovens, as pessoas mais ligadas em tecnologia, e que também se interessam por tecnologia, mas não tem acesso ou poder aquisitivo para essa tecnologia. Mas o nosso mercado, se você olhar os nossos outros mercados pelo mundo, é bem amplo em outros países. É muito comum alguém com um aparelho Mi acabar comprando um outro para alguém da família e acabar virando embaixador da marca. Isso é muito comum, as pessoas de outras faixas etárias acabam descobrindo os aparelhos Mi por esses embaixadores iniciais, então é um mercado super amplo. E não tem regra para quem se interessa por aparelhos de alta tecnologia com preços justos.

E vocês tem algum plano especifico para o mercado corporativo no Brasil? Isso é algo que interessa à empresa ou foge um pouco do usuário padrão da Xiaomi?

É um segmento que interessa sim, mas não é o nosso foco inicial. Nossos smartphones são todos prontos para o mercado corporativo. Eles são baseados em Android e tem suporte para todas as soluções corporativas que estão no mercado. Em tese, qualquer smartphone da empresa está pronto para o mercado corporativo, mas o nosso foco inicial mesmo é o consumidor final.

Outra coisa sobre o evento do dia 30/6 que me chamou a atenção. Você é tratado como um tipo de popstar entre os fãs, pelo menos os brasileiros, já que uma legião de fãs ficou para tirar selfies com você após o evento, além de interagirem a todo momento. Como é isso? E isso também acontece em outros países?

A gente tem fãs no mundo inteiro e nossos fãs são apaixonados no mundo inteiro. Em alguns países eles são mais entusiasmados e os brasileiros são alguns dos mais apaixonados e entusiasmados com certeza. Na Índia também acontece isso, eles também adoram participar. Mas não que eu me acostume com isso, já que eu me surpreendo sempre que acontece.

Em 2013, quando trocou o Google pela Xiaomi, você disse que em alguns anos o mundo falaria da Xiaomi como falam do Google e Apple. Acha que esse momento já chegou?

EU acho que não, ainda somos uma empresa muito pequena. Somos praticamente uma startup, com apenas 5 anos de história. Mas em dois anos conquistamos um espaço internacional muito grande, entramos em oito novos mercados, nos tornamos muito conhecidos nas comunidades e na imprensa, mas ainda somos uma empresa muito pequena. Ainda não somos um player tão grande quanto essas empresas que você citou (Google e Apple), mas é exatamente essa a nossa ambição, de ter um impacto no mundo.

E vender smartphones nos EUA é algo essencial para chegar a esse objetivo?

Os EUA é um mercado muito importante para a gente no futuro. Claro que almejamos chegar lá, vai ser na hora certa. O nosso foco é bem grande nos países em que entramos, um de cada vez. Os EUA são um mercado enorme, mas muito mais desenvolvido, onde o nosso modelos de negócios não tem um poder tão grande quanto nos países em desenvolvimento. Claro que nossos aparelhos high end são de primeiríssima linha e compatíveis com o gosto americano. É uma questão de tempo, muita gente pergunta isso. E a gente quer muito entrar, mas na hora certa. Mas ainda não está na hora, por questão de foco. Inicialmente lugares como México e Rússia, e o restante da América Latina, tem muito mais a ver com o nosso modelo de negócios.

Aparentemente, a Xiaomi quer ser mais do que uma empresa de smartphones, mas uma empresa de e-commerce. É isso mesmo? Vocês já são um dos três maiores nesse segmento na China.

Nós já estamos hoje entre os 10 maiores players de e-commerce do mundo, o que é algo enorme e já estamos entre os 10 maiores. Realmente a empresa é uma empresa de e-commerce. Somos pioneiros na Ásia, e nosso negócio gira muito em torno da nossa estratégia de comércio eletrônico. E nossa estratégia de mídias sociais também tem tudo a ver, já que você conhece seus clientes pela web. Isso juntamente com as vendas online acaba criando um ciclo muito mais bem fechadinho do que varejo ou outros canais que não sejam online. 

Algum plano de quanto tempo você vai passar no Brasil agora que a empresa chegou ao país?

Não tem um plano específico, a ideia é passar muito tempo no Brasil, vir sempre pra cá, principalmente no começo, nesse primeiro momento. Pretendo vir muito, mas não tem uma frequência específica, a ideia é voltar bastante. Quero dar muita atenção ao Brasil, que é um mercado muito estratégico para a gente. E eu gosto muito de ficar aqui.

Fornecido por Luiz Mazetto
Comments
<<Previous
Forward>>

    Arquivo

    May 2018
    July 2017
    March 2016
    September 2015
    July 2015
    June 2015

    Categorias

    All
    Apple
    Gestão
    Hardware
    Inteligência Artificial
    Internet
    Linux
    MAC
    MarketUP
    MEI
    Microsoft
    Mobilidade
    Segurança
    Sistema Operacional
    Softwares
    Telefonia Celular
    TI Corporativa
    TI Pessoal
    Windows 10

    RSS Feed

Todos os direitos reservados. MB Consultoria