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Sucesso da Xiaomi no Brasil superou expectativas, diz Hugo Barra

10/7/2015

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Em entrevista ao IDG Now!, brasileiro garante que problemas enfrentados no 1º evento de vendas do Redmi2 foram resolvidos e não voltarão

Após cerca de cinco anos no Google, o brasileiro Hugo Barra trocou a gigante de buscas pela então ainda desconhecida Xiaomi em 2013, o que causou muito falatório no mercado de TI. Dois anos depois, a fabricante chinesa é uma das gigantes da Ásia no mercado mundial de smartphones, com mais de 60 milhões de aparelhos vendidos em 2014, e acaba de chegar ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia.

Com apenas cinco anos de história, a Xiaomi aposta principalmente nos aparelhos com preços mais em conta – o primeiro smartphone da empresa no Brasil, o Redmi2, se destaca pelo preço de 500 reais. Segundo o executivo, isso só é possível pelo modelo de negócios da empresa, que concentra sua venda apenas em sua loja online e quase nunca usa mídia paga para publicidade, preferindo apostar em um tom mais próximo e informal com os consumidores pelas redes sociais – vale notar que a Xiaomi vai montar o Redmi2 aqui mesmo no Brasil, nas unidades da Foxconn no interior de SP.

Os clientes, aliás, são outro diferencial da Xiaomi, já que são chamados de “fãs” e seguem a empresa de forma entusiasmada, lembrando o culto a uma certa empresa americana que criou o iPhone – não por acaso, a Xiaomi já foi muitas vezes chamada de “Apple chinesa”.

Na entrevista abaixo, exclusiva para o IDG Now!, Barra, que é VP para mercados internacionais na Xiaomi, fala sobre a chegada da empresa ao Brasil, suas estratégias de negócios, como é ser tratado como verdadeiro popstar pelos fãs e quais os próximos passos da fabricante no mercado internacional.

IDG Now!: Como aconteceu a escolha pelo Brasil como o primeiro território da Xiaomi fora da Ásia? 

Hugo Barra: Em primeiro lugar, é bom lembrar que o Brasil é o quarto mercado de smartphones do mundo, atrás apenas de EUA, China e Índia. Por isso, claro que é um mercado muito grande e importante para nós. E segundo lugar que é um mercado com uma presença muito forte na Internet, tanto em redes sociais quanto em comércio eletrônico, que são dois pontos importantes do nosso modelo de negócios. E claro que, em terceiro lugar, eu faço parte da equipe global da Xiaomi e por ser brasileiro isso ajuda talvez a entrar um pouco mais rápido no país.

A Xiaomi realizou um primeiro evento de vendas do Redmi2 na terça-feira, 7/7, e muita gente acabou não conseguindo comprar o smartphone por problemas no site. Esses problemas devem estar solucionados para o outro evento de vendas no dia 14/7? E todos esses aparelhos desses primeiros eventos são importados, certo?

Realmente tinha muita gente no site no evento de terça, dia 7, mas os problemas já estão solucionados e não os veremos mais no dia 14. O primeiro lote de aparelhos vendido é importado sim, como você disse. É um lote pequeno, mas os aparelhos são idênticos aos que estão sendo montados aqui no Brasil. 

E quando teremos a venda aberta ao público brasileiro do Redmi2?

Ainda não sabemos porque o modelo que a gente usa é basicamente o seguinte: enquanto a demanda for muito grande que o nosso estoque não suporta, nós fazemos esses eventos de vendas. Só abrimos a venda geral quando tivermos um estoque suficiente para atender a todo mundo.

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Xiaomi apostou no aparelho de baixo custo Redmi2 (foto) em chegada ao Brasil
Além dessas questões na venda pelo site no dia 7/7, vocês tiveram alguns problemas no evento de lançamento no Brasil, no dia 30/6, que resultaram em um evento extra no mesmo dia. Em bom português, a Xiaomi “bombou” mais no Brasil do que vocês esperavam? Superou as expectativas da empresa?

Eu diria que sim. A gente tinha grandes expectativas para a nossa entrada no Brasil, mas o sucesso inicial que a gente teve com o lançamento e a primeira venda foi além das nossas expectativas. E isso aconteceu por causa da paixão dos nossos fãs. Tivemos gente do Brasil inteiro no evento de lançamento em São Paulo.

Qual o principal diferencial da Xiaomi contra as rivais nesse mercado tão disputado?

Bom, a Xiaomi é uma empresa bem diferente em muitos pontos. Em primeiro lugar, a filosofia de alta qualidade e preço baixo é muito importante. O fato de a gente criar produtos de alta tecnologia e vendê-los por preços super justos tem a ver com o nosso modelo de negócios, que inclui venda online direta e uso muito forte das mídias sociais. Mas o que diferencia mesmo a companhia é a nossa relação com os clientes, que chamamos de fãs e não de consumidores. A gente não tem só essa conversa mais informal com os fãs nas mídias sociais, mas também dependemos deles para o nosso desenvolvimento de produtos. Nós temos cerca de 45 milhões de usuários nos nossos fóruns pelo mundo, que contribuem ativamente pra o desenvolvimento de produtos, enviando sugestões e testando produtos, entre outras coisas. É uma relação muito próxima com um número muito grande  de fãs que participam. Ninguém nessa indústria de tecnologia faz isso.

Pelo que ficou meio claro no evento de chegada da empresa no dia 30/6, os jovens parecem ser o foco principal da Xiaomi no Brasil. É isso mesmo? Caso sim, por que?

O foco imediato são os jovens, as pessoas mais ligadas em tecnologia, e que também se interessam por tecnologia, mas não tem acesso ou poder aquisitivo para essa tecnologia. Mas o nosso mercado, se você olhar os nossos outros mercados pelo mundo, é bem amplo em outros países. É muito comum alguém com um aparelho Mi acabar comprando um outro para alguém da família e acabar virando embaixador da marca. Isso é muito comum, as pessoas de outras faixas etárias acabam descobrindo os aparelhos Mi por esses embaixadores iniciais, então é um mercado super amplo. E não tem regra para quem se interessa por aparelhos de alta tecnologia com preços justos.

E vocês tem algum plano especifico para o mercado corporativo no Brasil? Isso é algo que interessa à empresa ou foge um pouco do usuário padrão da Xiaomi?

É um segmento que interessa sim, mas não é o nosso foco inicial. Nossos smartphones são todos prontos para o mercado corporativo. Eles são baseados em Android e tem suporte para todas as soluções corporativas que estão no mercado. Em tese, qualquer smartphone da empresa está pronto para o mercado corporativo, mas o nosso foco inicial mesmo é o consumidor final.

Outra coisa sobre o evento do dia 30/6 que me chamou a atenção. Você é tratado como um tipo de popstar entre os fãs, pelo menos os brasileiros, já que uma legião de fãs ficou para tirar selfies com você após o evento, além de interagirem a todo momento. Como é isso? E isso também acontece em outros países?

A gente tem fãs no mundo inteiro e nossos fãs são apaixonados no mundo inteiro. Em alguns países eles são mais entusiasmados e os brasileiros são alguns dos mais apaixonados e entusiasmados com certeza. Na Índia também acontece isso, eles também adoram participar. Mas não que eu me acostume com isso, já que eu me surpreendo sempre que acontece.

Em 2013, quando trocou o Google pela Xiaomi, você disse que em alguns anos o mundo falaria da Xiaomi como falam do Google e Apple. Acha que esse momento já chegou?

EU acho que não, ainda somos uma empresa muito pequena. Somos praticamente uma startup, com apenas 5 anos de história. Mas em dois anos conquistamos um espaço internacional muito grande, entramos em oito novos mercados, nos tornamos muito conhecidos nas comunidades e na imprensa, mas ainda somos uma empresa muito pequena. Ainda não somos um player tão grande quanto essas empresas que você citou (Google e Apple), mas é exatamente essa a nossa ambição, de ter um impacto no mundo.

E vender smartphones nos EUA é algo essencial para chegar a esse objetivo?

Os EUA é um mercado muito importante para a gente no futuro. Claro que almejamos chegar lá, vai ser na hora certa. O nosso foco é bem grande nos países em que entramos, um de cada vez. Os EUA são um mercado enorme, mas muito mais desenvolvido, onde o nosso modelos de negócios não tem um poder tão grande quanto nos países em desenvolvimento. Claro que nossos aparelhos high end são de primeiríssima linha e compatíveis com o gosto americano. É uma questão de tempo, muita gente pergunta isso. E a gente quer muito entrar, mas na hora certa. Mas ainda não está na hora, por questão de foco. Inicialmente lugares como México e Rússia, e o restante da América Latina, tem muito mais a ver com o nosso modelo de negócios.

Aparentemente, a Xiaomi quer ser mais do que uma empresa de smartphones, mas uma empresa de e-commerce. É isso mesmo? Vocês já são um dos três maiores nesse segmento na China.

Nós já estamos hoje entre os 10 maiores players de e-commerce do mundo, o que é algo enorme e já estamos entre os 10 maiores. Realmente a empresa é uma empresa de e-commerce. Somos pioneiros na Ásia, e nosso negócio gira muito em torno da nossa estratégia de comércio eletrônico. E nossa estratégia de mídias sociais também tem tudo a ver, já que você conhece seus clientes pela web. Isso juntamente com as vendas online acaba criando um ciclo muito mais bem fechadinho do que varejo ou outros canais que não sejam online. 

Algum plano de quanto tempo você vai passar no Brasil agora que a empresa chegou ao país?

Não tem um plano específico, a ideia é passar muito tempo no Brasil, vir sempre pra cá, principalmente no começo, nesse primeiro momento. Pretendo vir muito, mas não tem uma frequência específica, a ideia é voltar bastante. Quero dar muita atenção ao Brasil, que é um mercado muito estratégico para a gente. E eu gosto muito de ficar aqui.

Fornecido por Luiz Mazetto
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Hackers roubam dados de 21,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos

10/7/2015

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1,1 milhões de impressões digitais também foram sequestradas, disse Escritório de Administração Pessoal dos EUA.

Investigadores atualizaram o número de registros roubados em um ataque hacker ao Escritório de Administração Pessoal dos Estados Unidos (OPM, sigla em inglês) e revelaram que é maior do que qualquer um poderia esperar.

A agência conclui "com alto nível confidencial" que hackers tiveram acesso a informações sensíveis, incluindo o previdência social de 21.5 milhões de pessoas. Esse número inclui quase todos aqueles que foram submetidos a uma investigação do governo por meio do OPM desde 2000.

Hackers também sequestraram 1,1 milhões de impressões digitais, disse a agência.

O OPM trabalha com verificações de segurança da grande maioria dos trabalhadores do governo, empreiteiros e potenciais colaboradores, que são convidados a fornecerem informações pessoais detalhadas que, por vezes, incluem históricos de abuso de drogas, problemas legais, financeiros e desentendimentos com a justiça.

Assim, tais informações roubadas por hackers ainda não identificados preocupam qualquer pessoa afetada. Segundo o OPM, os criminosos também roubaram informações a respeito de históricos de educação, endereços residenciais, histórico de emprego, informações sobre a família e outros conhecidos pessoais e empresariais; saúde, histórico criminal e financeiro; e outros detalhes.

Alguns dos registros roubados também incluíam os resultados de entrevistas realizadas pelos investigadores,  nomes de usuários e senhas usadas pelos candidatos.

No entanto, a agência disse que algumas das informações mais pessoais - sobre o histórico financeira e saúde mental dos candidatos - parecem não ter sido roubadas.

"Não há nenhuma evidência de que os sistemas separados que armazenam informações sobre a saúde, financeiro, folha de pagamento e registros de aposentadoria foram afetados por este incidente", disse.

Os detalhes são resultado de uma investigação interna conduzida pelo OPM. A agência descobriu a violação de dados no início deste ano quando trabalhou para atualizar seu sistema de segurança.

Não é a primeira vez que hackers invadem os sistemas do escritório de administração pessoal. Este recente é o segundo grande ataque. O primeiro foi descoberto em abril de 2015 e envolveu o roubo de 4,2 milhões de dados de funcionários federais atuais e antigos.

Em reação à notícia, Ted Lieu, democrata do estado da Califórnia e Steve Russell, republicano de Oklahoma, pressionam para mover verificações de antecedentes fora do OPM.

"O sistema de habilitação de segurança foi previamente instalado no Departamento de Defesa", Lieu disse em comunicado. "Em retrospecto, que foi um erro para mover o sistema de habilitação de segurança para OPM em 2004. Temos de corrigir esse erro."

Fornecido por IDG NOW
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Computador de bolso da Intel com Ubuntu vai custar US$110

7/7/2015

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Chamado de Compute Stick, PC portátil já tinha ganhado versão com Windows em abril. Novo modelo será cerca de US$40 mais barata.

O computador portátil da Intel, também conhecido como Compute Stick, agora vem em mais “sabores” do que apenas Windows, Windows e mais Windows. Uma versão do dispositivo com Ubuntu 14.04 LTS começa a ser vendido nesta semana nos EUA, segundo a Canonical.

Quando o Compute Stick foi lançado em abril, a Intel anunciou que uma versão com Ubuntu seria realmente disponibilizada em breve.

O pendrive baseado em Ubuntu deverá custar 110 dólares, ou 40 dólares a menos do que a versão com Windows. A Best Buy atualmente mostra o Compute Stick com Ubuntu por 100 dólares – mas o aparelho ainda não está à venda, o que significa que o preço pode mudar.

O Compute Stick com Ubuntu possui chip Intel Atom Z3735F quad-core de 1.33GHz, vem com 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. Outras especificações incluem Wi-Fi 802.11b/g/n, uma entrada USB 2.0, micro USB, Bluetooth 4.0, e um microSD para mais espaço de armazenamento.

Ao conectar o Compute Stick a uma tela/monitor HDMI, também é preciso de um mouse e um teclado para tudo funcionar corretamente.

Apesar de estar disponível para consumidores finais, o Compute Stick parece mais interessante para companhias e pequenas empresas, em que um PC portátil pode ser usado para apresentações, viagens e colaborações em equipe.

Fornecido por PC World / EUA
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Especial: Cinco smartphones para ficar de olho nos próximos meses

7/7/2015

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Apple, Samsung e OnePlus devem anunciar aparelhos novos até o final do segundo semestre.

Caso tenha planos de comprar um novo smartphone, pode valer a pena esperar um pouco mais: Apple, Samsung e OnePlus têm lançamentos previstos para os próximos meses. Entre os modelos que você deve ver no segundo semestre estão:

OnePlus 2

Enquanto a maioria dos produtos listados está envolvida em rumores, a fabricante chinesa OnePlus já detalha seu modelo 2, a ser lançado dia 27 de julho, mas sem revelar sua aparência ou preço.

Até agora, a companhia abriu que o aparelho terá sensor para ler impressão digital e embarcará um chip Snapdragon 810, da Qualcomm. A empresa usa uma versão atualizada do processador, v2.1, que não é suscetível a problemas de superaquecimento registrados na primeira edição.

A OnePlus também anunciou que o 2 será o primeiro smartphone high-end com uma porta USB-C para solução integrada de energia e entrega de dados e vídeos usando um único cabo com conector reversível – tecnologia já presente em alguns laptops.

Fairphone 2

Assim como a OnePlus, a alemã Fairphone também já começou a divulgar seu segundo produto. A meta é criar um smartphone que não quebre com facilidade e seja de fácil reparação.

O hardware inclui o processador Snapdragon 801 da Qualcomm e uma tela Full HD de 12,7 centímetros. A câmera tem resolução de 8 megapixels e o dispositivo conta com 32GB de armazenamento, com a possibilidade de expansão com um cartão microSD. O aparelho LTE tem 2GB de RAM, espaço para dois SIM cards e será operado por Android 5.1.

O Fairphone 2 entrará em pré-venda no mercado norrte-americano antes do fim de agosto e será disponibilizado nos meses seguintes.

Samsung Galaxy Note 5

O lançamento de novos modelos do Galaxy Note no segundo semestre se transformou em uma pequena tradição. Este ano, é provável que ele aconteça em setembro durante a feira de exibição IFA, na Alemanha.

Em sua quinta versão, a Samsung precisará reforçar o Note se quiser competir com o iPhone 6 Plus da Apple, que também deve ganhar uma atualização em 2015.

As melhorias antecipadas incluem um novo design inspirado no Galaxy S6. Com sua estrutura de metal e plástico na parte de trás, o Note 4 foi um passo na direção certa, mas a traseira de vidro do S6 é mais sofisticada.

Outra atualização especulada é uma tela superior aos 14,5 cm do Galaxy Note 4, com resolução de 2K ou 4K.

LG G4 Pro

Lançar um smartphone high-end durante o segundo semestre seria uma novidade para a LG. A estratégia funcionou para a Samsung com a linha Galaxy Note e a LG pode emulá-la para reforçar as vendas, ao invés de se apoiar unicamente na redução dos preços.

Mudanças especuladas para o G4 Pro incluem uma tela de 14,7cm com resolução 1440 por 2560 pixels, câmera principal de 27 megapixels, 4GB de RAM e o Snapdragon 820.

A adoção da maioria dessas ferramentas não deve ser difícil para a LG. A grande questão é se processador da Qualcomm estará pronto para uso em smartphones até o final do ano. A LG foi a primeira a anunciar aparelhos processados pelas versões 808 e 810 e deve figurar entre as primeiras empresas a receberem o novo modelo.

Apple iPhone 6s and 6s Plus

Com suas telas maiores, o iPhone 6 e o 6 Plus foram um grande sucesso. Este ano, o desafio para a empresa é desenvolver atualizações que continuem incentivando esse êxito.

As câmeras são um aspecto em que melhorias são antecipadas, com as frontais de 1.2 megapixel agora competindo com os modelos mais potentes (5 megapixels) dos lançamentos da concorrência. Especula-se que a câmera principal dos dispositivos da Apple atinja resolução de 12 megapixels. 

Processador e conexão LTE mais rápidos também são esperados, assim como maior memória RAM.

Fornecido por Computerworld / EUA
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Waze lança serviço de caronas compartilhadas em Israel

7/7/2015

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Batizado de RideWith, programa piloto permitirá que usuários compartilhem caronas a caminho do trabalho.

A startup Waze, adquirida pelo Google em 2013, deve lançar nesta semana um programa piloto de caronas em Israel.

Batizado de RideWith, o aplicativo permitirá que usuários compartilhem caronas para ida e volta do trabalho mediante pagamento de uma pequena taxa.

A ferramenta usará o serviço de navegação de mapas do próprio Waze para aprender as rotas mais usadas por motoristas e assim combiná-las entre pessoas que estão próximas e buscam ir na mesma direção.

Uma reportagem do site  Business Insider chamou atenção para uma limitação do programa. Segundo a companhia, o RideWith será dedicado - pelo menos inicialmente - a caronas compartilhadas para o trabalho, ou seja, limitada a duas viagens para cada usuário.

Da mesma forma, usuários poderão cobrar apenas uma pequena taxa pela carona, o equivalente a US$3.46. A restrição barraria, por exemplo, ambições de tornar a carona compartilhada em um negócio paralelo. A ideia é que tais limitações, por exemplo, evitariam dores de cabeça para a própria companhia em termos de regulação.

O programa será aplicado inicialmente em Tel Aviv, Ra'anana e Herzliya, cidades que também são polos de empresas de tecnologia.

O aplicativo utiliza sinais via satélite de smartphones de usuários para fornecer informações de trânsito em tempo real. O Google comprou a startup há dois anos por US$ 1 bilhão.

Fornecido por IDG Now
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