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Pais subestimam riscos da internet, diz especialista no combate à pedofilia

23/6/2015

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Um dos maiores especialistas do mundo no combate a crimes de exploração infantil, Ernie Allen afirma que uso precoce e não monitorado da internet por crianças pode representar grandes riscos
Os riscos do uso precoce e não monitorado da internet por parte de crianças são subestimados, afirma o advogado americano Ernie Allen, um dos maiores especialistas do mundo no combate a crimes de exploração infantil.

Além de colaborar com a Interpol, Allen é consultor de autoridades de países como Estados Unidos, Inglaterra e Itália e de empresas de tecnologia como Microsoft, Google e Facebook. Em 1998, ele fundou o Centro Internacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (ICMEC, na sigla em inglês), rede global de proteção ao abuso e à exploração sexual infantil, presente em 22 países, inclusive no Brasil.

Em entrevista à BBC Brasil em Roma, na Itália, onde esteve a convite do Telefono Azzurro, linha que recebe denúncias de violações aos direitos da infância, Allen defende que os pais imponham limites ao conteúdo acessado pelos filhos.

"A internet mudou o mundo e isto é fantástico. Com ela as crianças podem aprender, se divertir e entrar em contato com pessoas com os mesmos interesses", argumenta. "O lado negativo é a enorme exposição de menores de idade a imagens de conteúdo adulto, a comportamentos de agressão verbal e bullying, à pornografia, além da proliferação de crimes como roubo de identidade, uso inapropriado de dados pessoais, tráfico de armas, venda de drogas e redes de pedofilia."


De acordo com Allen, o convívio das crianças com tais assuntos pode modificar a percepção do que é normal, o modo como elas se relacionam com o sexo oposto e como interagem com o mundo. "Vivemos em uma sociedade onde sexualização de crianças é vista como natural".

Ele cita um estudo americano realizado em 2009, que revela que 53% dos meninos e 28% das meninas com idade entre 12 e 15 anos assistem a cenas sexo explícito na rede. A pesquisa mostrou ainda que 32% de crianças de dez anos estão expostas à pornografia online.

"Existem medidas simples e básicas para minimizar os riscos para as crianças, mas são pouco utilizadas pelas famílias. As empresas de tecnologia têm feito um enorme esforço para promover o uso gratuito de filtros e sistemas de bloqueio de conteúdos inapropriados para menores, mas apenas 28% dos pais empregam estes sistemas. No caso de celulares é ainda pior: o uso cai para 16%".

"Os pais devem ser conscientes de que os riscos existem mesmo sem que os filhos saiam de casa. Ao mandar uma foto de uma criança aos avós, eles devem ter em contam que estão mandado aquela imagem para o mundo. É preciso saber que quando se está online, se está em público".

"As redes sociais representam uma grande oportunidade de socialização, ajudam a encontrar pessoas desaparecidas, a promover mobilizações, mas as crianças não deveriam usá-las", opina.
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Aumento do uso de smartphones entre crianças dificulta supervisão dos adultos sobre conteúdo acessado, diz Allen
Allen chama atenção ainda para o uso da rede por parte de adolescentes para agressões verbais e morais. "Temos visto um aumento de casos de extorsão sexual, em que adolescentes filmam cenas de sexo com seus parceiros e depois ameaçam divulgar o conteúdo aos pais da vítima ou aos colegas de escola", diz.

"O bullying não é uma novidade, mas é particularmente insidioso quando ocorre online, porque o agressor é protegido pelo anonimato e pode enviar o conteúdo para qualquer parte do mundo".

Pedofilia
Mas o principal problema a ser enfrentado, segundo o especialista, é o aumento de casos de pedofilia online. Estima-se que mais de 1 milhão de imagens de pornografia infantil circulem via web. "Com a internet, ficou mais fácil e menos arriscado cometer esses crimes".

Ele afirma que, com o surgimento da web, os pedófilos deixaram de ser criminosos isolados e passaram a interagir e a compartilhar imagens e informações com pessoas que têm o mesmo interesse. "Quase nunca estas pessoas correspondem ao estereótipo de criminosos. São médicos, advogados, esportistas, policiais, empresários".

Em 2002, o ICMEC criou um um sistema para tentar identificar as vítimas de pedofilia retratadas em imagens que circulam na rede. Segundo Allen, no primeiro ano de atividade, o centro recebeu cerca de 60 mil fotografias. Em 2014, o serviço recebeu mais de 24 milhões de imagens, entre fotos e vídeos. "E não estamos falando de fotografias com crianças em toalha de banho. Mais de 80% das imagens retratam a penetração sexual das vítimas."

Desastre
O grande inimigo da segurança na rede, de acordo com o especialista, é o anonimato. "Sou advogado e defendo a liberdade de expressão e o direito à privacidade, mas considero o anonimato absoluto na internet um desastre".

Allen cita a plataforma TOR, desenvolvida pelo governo americano para possibilitar o uso da rede por dissidentes políticos e jornalistas de forma anônima.

"Garantir a liberdade de expressão a esse grupo é um propósito nobre. O problema é que não são as únicas pessoas a utilizar este sistema. É fundamental que haja rastreabilidade dos acessos e das atividade realizadas na web. Precisamos ser capazes de chegar à pessoa que cometeu o crime. A obrigação máxima de cada país é proteger a infância".


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Brasil está entre os países com maior incidência de denúncias por divulgação de imagens de pornografia infantil
Brasil
Segundo os dados das principais companhias de tecnologia americanas, o Brasil está entre os países com maior incidência de denúncias por divulgação de imagens de pornografia infantil, ao lado de EUA, México, Índia, Indonésia e Tailândia.

"O Brasil tem feito muitos avanços para combater a exploração infantil em geral, mas ainda há muito a ser feito", diz ele, citando os trabalhos contra a prostituição de menores realizados durante os preparativos para a Copa do Mundo e o empenho da juíza mineira Simone dos Santos Lemos Fernandes, que conheceu nos Estados Unidos, em um projeto do International Centre for Missing and Exploited Children (ICMEC).

Para Allen, individualizar os criminosos e identificar as vítimas de pedofilia é uma emergência que requer empenho global. Ele sugere a criação, por parte de cada país, de um arquivo de fotos compartilhado com o banco de dados da Interpol e a adoção de tecnologias que permitem o reconhecimento de imagens de pedofilia, mesmo após terem sido modificadas, como o PhotoDNA, desenvolvido pela Microsoft e adotado por companhias como Facebook, Google, Twitter.

Embora seja cedido gratuitamente, o sistema exige a adaptação de softwares das empresas que pretendem utilizá-lo.

Bloqueio de conteúdo adulto
Segundo Allen, um dos únicos líderes mundiais a discutir seriamente o tema da pedofilia online é o atual primeiro-ministro inglês, David Cameron.

Cameron solicitou às quatro principais empresas de tecnologia do país sistemas que bloqueiem automaticamente o acesso a sites inapropriados para menores de idade em todos os componentes eletrônicos.

"É um ótimo sistema. Os adultos continuam podendo acessar o que quiserem. A única diferença é que, para visitar determinados sites, é preciso uma solicitação".

Em 16 e 17 de novembro, será realizado nos Emirados Árabes Unidos o próximo encontro do seminário internacional "We Protect Children".

"Espero que o governo brasileiro participe com um alto representante. Se não for possível a presença da presidente da República, que participe pelo menos o ministro da Justiça", diz Allen.

Fornecido por BBC Brasil


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Antivírus 'incomodam' espionagem americana e britânica, dizem documentos

23/6/2015

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Documentos secretos Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) obtidos por Edward Snowden e publicados nesta segunda-feira (22) pelo site "The Intercept" mostram os esforços de espiões americanos e britânicos para burlar programas de proteção e impedir que o roubo ou monitoramento das informações fosse detectado pelos aplicativos de segurança.

O texto do "The Intercept" menciona uma empresa em particular: a fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab. É ela que aparece nos documentos em posse da publicação. O "The Intercept" teve acesso a uma solicitação judicial feita pelo GCHQ – o braço de espionagem do governo britânico – para que a agência fosse autorizada a realizar a "engenharia reversa" dos produtos da Kaspersky Lab.

"Produtos de segurança pessoal como o software antivírus russo Kaspersky continuam a representar um desafio para as capacidades de Exploração de Redes de Computadores do GCHQ", diz o documento que justifica a adoção da engenharia reversa.

A engenharia reversa é um procedimento realizado para analisar o funcionamento de um programa. Essa técnica pode ser usada para fins benéficos, como a interpretação da operação de um vírus de computador para o desenvolvimento de uma vacina ou para aumentar a compatibilidade entre aplicativos. Mas, sabendo como o antivírus funciona, os espiões estariam aptos a desenvolver mecanismos para burlar as proteções oferecidas.

Já os espiões norte-americanos descobriram em 2008 que o antivírus da Kaspersky Lab às vezes se comunica de maneira insegura com os servidores da empresa, abrindo uma brecha para o rastreamento dos usuários. O "The Incercept" diz que, ainda hoje, alguns dados são enviados pelo software sem proteção adequada. A companhia russa afirmou que não conseguiu reproduzir o comportamento descrito pela publicação.

Outra tática adotada pela NSA é o monitoramento de e-mails destinados a empresas de segurança. A iniciativa tem o codinome interno de "Projeto Camberdada" dentro da agência norte-americana e lista 32 alvos possíveis, incluindo de empresas como AVG, Avast e Avira. A Kaspersky Lab é novamente destacada, junto de empresas como a Famatech (desenvolvedora do programa "Radmin") e outras entidades russas. Não constam na lista a Symantec, a McAfee (hoje Intel Security) e a Sophos. As duas primeiras têm sede nos Estados Unidos, enquanto a Sophos é britânica.

Apresentação de slides da NSA explica "fluxo" de captura de dados durante a transmissão. (Foto: Reprodução)

Empresas de segurança recebem colaborações regulares via e-mails com dados ou cópias de novos vírus de computador para que os softwares sejam atualizados para detectar as novas ameaças. Segundo os slides de apresentação do "Camberdada", o monitoramento de e-mails das empresas de segurança é um meio de "vitória fácil" para a obtenção de novos códigos maliciosos.

Kaspersky Lab sofreu ataque
A Kaspersky Lab revelou este mês que foi vítima de um sofisticado ataque que conseguiu adentrar sua rede computadores. O ataque começou em 2014 e tirou proveito de brechas do Windows que eram até então desconhecidas, segundo a empresa. A fabricante de antivírus detectou o ataque no início do ano e garante que dados sensíveis não foram comprometidos pela invasão.

O código usado teria ligação com a série de pragas conhecida como "Duqu". O Duqu tem é "parente" do Stuxnet, que por sua vez teria sido criado pelos programas de espionagem dos Estados Unidos e Israel. O "Duqu 2.0" que se infiltrou na Kaspersky Lab também teria sido usado em um esquema de espionagem para obter dados das negociações nucleares com o Irã – uma alegação que está sendo investigada pelo governo da Suíça, onde ficam os hotéis que acolheram as negociações

Fornecido por Altieres Rohr
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Especial: 10 dicas para proteger sua conta no YouTube

23/6/2015

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No aniversário de 10 anos do serviço, especialista em segurança mostra como manter sua senha e seu canal no popular serviço de vídeos seguros.


O YouTube completa 10 anos de existência em 2015 com mais de 1 bilhão de usuários. Desde seu lançamento, o serviço se destaca pela praticidade na publicação, que pode ser feita de qualquer smartphone.

Mesmo assim, é preciso tomar cuidado para evitar surpresas desagradáveis, como o roubo de senha. O engenheiro de sistemas da Fortinet, Diego Oliveira, separou 10 dicas para proteger sua conta de invasores e visitantes indesejados: 

1 – Adote senhas fortes

Não facilite a vida de quem quer roubar suas informações: nome do gato de estimação, data de nascimento e as iniciais do seu time – pra não falar da infame sequência numérica – não são senhas recomendadas.

Evite riscos desnecessários criando uma senha segura e forte, baseada em informações pouco convencionais. Mescle caracteres especiais e números em palavras comuns, como $@B&dºr1ª ; C*y*B*e*R*s*E*c ou <Br@$iL>. Quem não tiver criatividade pode procurar ajuda no site www.geradordesenha.com.br.

2 – Diferentes serviços merecem diferentes senhas

Fica mais fácil lembrar depois, mas usar a mesma senha para diversos serviços é arriscado. Uma vez descoberto um, vão-se todos os com o mesmo código.  

3 – Verificação em duas etapas

O Google permite o uso de uma senha só para serviços como o Gmail, YouTube, Google Drive e Google+. Para evitar o caso acima, vale incluir uma camada extra de segurança, a verificação em duas etapas.

A estratégia exige um código após a primeira senha, enviado por telefone na hora do login. Mesmo que um hacker obtenha a sua senha, ele ainda não poderá acessar seus serviços.  

4 – Logout

Sempre faça logout após acessar sites em computadores que não sejam o seu. Ao fazer isso, você impede que alguém abra a página no dispositivo com a sua conta e faça alterações.  

5 – Comportamento estranho ao acessar

Se um site solicitar respostas para “perguntas secretas” como informações bancárias, não prossiga, pois há grandes chances do dispositivo estar infectado com um vírus, que capturará suas informações para repassá-las ao mentor do código malicioso.

 6 – Esqueceu a senha. E agora?

A integração de sites como YouTube e Gmail exige apenas uma senha, mas não precisa se desesperar caso a esqueça. Basta informar uma conta de e-mail cadastrada previamente para receber os procedimentos de recuperação da credencial.

7 – Modo de segurança

Se a sua conta do YouTube é utilizada por outras pessoas (filhos, por exemplo), você pode habilitar o Modo de segurança, que impede a reprodução de conteúdos impróprios.

8 – Modos de privacidade

Caso você não tenha a intenção de se tornar um “popstar” no YouTube, seus vídeos podem ser publicados com algumas restrições de acesso. O serviço permite trabalhar com três níveis diferenciados:

Nem todo mundo quer se tornar famoso no YouTube. Pensando nisso, o site permite três níveis diferenciados de acesso: público, no qual qualquer um pode encontrar o vídeo; não listado, que restringe o acesso a pessoas com o link, retirando o vídeo das pesquisas; e privado, no qual você convida por e-mail as pessoas que poderão assistir ao conteúdo.

9 – Opções de distribuição

Para evitar que suas publicações do YouTube sejam compartilhadas em sites de notícia e páginas do Facebook, basta não selecionar o campo “Permitir incorporação”. Desta forma, nenhum link do vídeo será gerado como referência e ninguém conseguirá propagar seu vídeo sem a sua autorização.

10 – Empréstimo de conta

Nunca empreste a sua conta do YouTube para que outros publiquem conteúdos, porque qualquer informação publicada indevidamente em sua conta será de sua responsabilidade perante órgãos de fiscalização, respondendo até mesmo civil ou criminalmente.


Fornecido por IDG NOW!
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Ataque de hackers impede que aviões decolem na Polônia

23/6/2015

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Companhia aérea LOT Polish Airlines foi obrigada a cancelar 100 voos neste domingo, 21/6, em Varsóvia.

A companhia aérea polonesa LOT Polish Airlines foi obrigada a cancelar 10 voos programados para decolar do aeroporto de Chopin, em Varsóvia, no domingo, 21/6, após hackers atacarem seus sistemas de computadores de solo.

O ataque cibernético, que não foi descrito em detalhes, fez com que a empresa não pudesse criar planos de voo para voos de longo curso, mantendo cerca de 1.400 passageiros em solo.

A empresa afirma que os sistemas dos seus aviões não foram afetados e que as aeronaves que já estavam no ar conseguiram continuar seus voos e/ou fazer o pouso. O incidente afetou apenas a habilidade dos aviões decolarem do aeroporto por várias horas.

Ainda não está claro qual tipo de ataque foi esse e se era a intenção dos hackers impedir a decolagem dos voos ou se os sistemas saíram do ar como parte de procedimentos de resposta a incidentes.

Até o fechamento da reportagem, a LOT Polish Airlines não tinha respondido ao nosso pedido de comentários sobre o assunto.

Fornecido por PC WORLD
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QR Code de catchup Heinz direciona cliente para site de pornografia

22/6/2015

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Empresa lamentou o ocorrido. Antes de ler QR Code, Daniel Korell acreditava que seria direcionado para site promocional onde desenharia seu próprio rótulo de catchup.

Nesta semana, a Heinz - empresa americana famosa pelo seu catchup - teve de pedir desculpas a um cliente alemão que passou por uma situação inesperada.

No caso, Daniel Korell comprou uma garrafa de catchup e ao ler o QR code do produto, foi direcionado para o site de pornografia alemão FunDorado. Uma surpresa, já que ele esperava ser direcionado para um site promocional onde poderia desenhar seu próprio rótulo de catchup Heinz.

A questão é que a campanha promocional expirou em 2014 e a Heinz resolveu não renovar seu domínio para este ano, deixando-o livre para qualquer pessoa adquiri-lo.  

No Facebook, Korell criticou a empresa pelo descuido - já que muitas das garrafas colocadas no mercado até o ano passado se encontram em circulação.  Korell ainda ironizou e escreveu que o catchup "provavelmente não era para menores".

A Heinz, por sua vez, lamentou o ocorrido e pediu desculpas e disse "ficaríamos felizes de ter suas sugestões sobre como podemos melhorar nossas futuras campanhas".

Como tentativa de "retratação", a Heinz ainda informou que enviaria a Korell uma garrafa de seu catchup com um rótulo desenhado por ele.

A Fundorado não perdeu o timing e ofereceu a Korell uma assinatura gratuita durante um ano para o seu site.

Fornecido por IDG Now.

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